sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Será que sua esposa não faz nada enquanto fica em casa?



Já ouvi várias reclamações das minhas amigas quando a questão é "trabalho". Em muitos lares, o marido trabalha fora, e costuma não dar valor a "ralação" da esposa em casa. Sempre acham que temos tempo livre, que nosso trabalho é fácil, essas coisas, é ou não é? Pois bem, o texto abaixo serve pra vocês meninas, que não tem o trabalho doméstico reconhecido pelo maridão! Mostrem para eles, ou mesmo façam esse teste. Aposto que a opinião dele vai mudar! Kkk 


Para os Maridos que não reconhecem o trabalho das mulheres que "não trabalham".


"Um homem chegou em casa do trabalho e encontrou seus 3 filhos do lado de fora, ainda de pijama, brincando na lama, com caixas de comida vazias e embalagens espalhadas pelo jardim. A porta do carro de sua esposa estava aberta, como também a porta de entrada da casa. Não havia nenhum sinal do cachorro. Entrando pela porta, ele encontrou uma confusão ainda maior. O abajur estava derrubado, o tapete encostado contra uma parede, na sala da frente a TV ligada em volume altíssimo no canal de desenhos animados e a sala de jantar repleta de brinquedos jogados e várias roupas espalhadas. Na cozinha, a pia cheia de louça, restos do café da manhã derramados em cima do balcão, a porta da geladeira aberta e a comida do cachorro espalhada pelo chão. Um vidro quebrado debaixo da mesa, e um pequeno monte de areia perto da porta traseira. Ele rapidamente subiu as escadas, pisando em brinquedos e mais pilhas de roupas, procurando sua esposa.
Estava preocupado que ela poderia estar doente, ou que algo sério tivesse acontecido. Foi recebido com um pequeno rio de água que fazia seu caminho pela porta do banheiro afora. Quando ele olhou para dentro, encontrou toalhas molhadas, espuma de sabão e mais brinquedos espalhados pelo chão. Quilômetros de papel higiênico desenrolado e pasta de dente melecada no espelho e pelas paredes.
Ele correu para o quarto, onde encontrou sua mulher ainda deitada na cama, de pijama, lendo um livro. Ela olhou para ele, sorriu e perguntou como havia sido seu dia. Ele olhou para ela confuso e perguntou: 'O que aconteceu aqui hoje?' Ela novamente sorriu e respondeu: 'Todos os dias quando você chega em casa do trabalho, você me pergunta o que é que eu fico fazendo o dia todo, não é?
''Sim", foi sua resposta incrédula...
Ela respondeu: "Então, hoje eu não fiz."


(Autoria Desconhecida)

Beijos, 
Leide ;)

O que NÃO dizer ao cônjuge durante uma briga


Boa tarde pessoal! Eu li essa postagem em uma página que eu curto no Face e achei ótimo pra compartilhar com vocês. Na vida de casada, um momento ou outro, o casal, por serem pessoas diferentes, vão discordar de algum assunto e isso pode evoluir para uma briga. Então caso isso ocorra, segue abaixo as 10 coisas que você nunca deve dizer ao seu amor;

1. "Eu quero o divórcio". Na hora que os dois estão de cabeça quente, é mais fácil dizer coisas que não têm a intenção de dizer, mas pedir o divórcio é algo que, mesmo se desculpando depois, é difícil de apagar. Isso traz insegurança ao outro.

2. "Eu não estou nervoso(a)". Então por que trata o outro com rispidez, bate a porta, fecha a cara, despreza e faz de conta que ele não existe? Negar suasemoções não ajuda em nada. Nós queremos ser aceitos e negar nossas reações com quem amamos não adianta. É melhor tentar se controlar e conversar sobre o que o chateia.

3. "Você é exatamente como seu/sua pai/mãe". As chances de você estar dizendo isso não são focadas nas qualidades do pai ou mãe de seu cônjuge, mas nos defeitos. Além de você não estar vendo seu cônjuge por quem ele realmente é, esse tipo de afirmação o fará ficar automaticamente na defensiva. Afinal, o que você gostaria que seu filho fizesse se acontecer com ele um dia?

4. "Você é (adjetivo depreciativo)". Seja lá o que for, chamar a pessoa de nomes só aumentam as vulnerabilidades negativamente, seja comparando-a com alguém que você conheceu ou reduzindo-a a tão pouco.

5. "Veja, as crianças estão chorando". Antes de mais nada, NUNCA brigue em frente às crianças. E jamais use-as para ganhar vantagem numa briga.

6. "Você está SEMPRE atrasado(a), NUNCA faz nada certo, etc". Tire os advérbios SEMPRE e NUNCA quando evidenciar conotação negativa. Isso demonstra total falta de confiança ou mesmo esperança que a pessoa sequer tenha a vontade de melhorar. Não generalize.

7. "Isso é tudo sua culpa". Muito raramente o que acontece de errado em sua relação será somente culpa de um só. Assuma suas falhas e responsabilidades.

8. "Você não gosta de mim". O drama já é o bastante. Não diga ao outro o que ele sente. Foque no que você sente, e se o ama, precisa respeitar os sentimentos dele. Fazer-se de vítima tirando a importância do problema e desviando o assunto não resolve.

9. "Por que você não age como o(a) esposo(a) de fulana(o)?" Não compare seu cônjuge a outro homem ou mulher que conhecem. Você já conhecia suas qualidades e defeitos quando se casou. E todo mundo parece perfeito e desejável visto de um ângulo externo. As aparências enganam. Mantenha o problema em casa.

10. "Minha mãe me alertou que você faria isso". Trazer outra pessoa para dentro de uma discussão já é complicado o suficiente, ainda mais se for sua mãe. Se você é tão devoto(a) à sua mãe e ela lhe alertou sobre o futuro cônjuge, então por que se casou? Não jogue seu cônjuge contra sua família, declarando que eles não gostam dele ou acharam isso ou aquilo dele. Se seu cônjuge já tinha um sentimento ruim quanto à sogra antes, por exemplo, isso só vai ajudar a piorar.

Agora, se você já disse algo do tipo e não sabe o que fazer, pare agora. Desculpe-se e faça metas de não repetir essas coisas, nem numa briga, nem em nenhuma outra situação, pois nada disso vai ajudar você a salvar seu casamento ou fortalecer sua família, muito pelo contrário. Pratique as boas técnicas de comunicação. Seu casamento é sua relação mais importante para manter a unidade familiar.

Fonte: familia.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

MÃE



A mãe da gente é aquela que nos controla e assim nos salva e nos atormenta; e nos aguenta mesmo quando estamos mal-humorados, exigentes e chatos, mas também algumas vezes perde a calma e grita, ou chora. Mãe da gente é aquela que nos oprime e nos alivia por estar ali; que nos cuida, às vezes demais, e se não cuida a gente faz bobagem; (...) é aquela que só dorme quando sabe que a gente está em casa e chegou bem; 
(...) A mãe da gente é o mais inevitável, inefugível, imprescindível, amável, às vezes exasperante e carente ser que, seja qual for a nossa idade, cultura, país, etnia, classe social ou cultura, nos fará a mais dramática e pungente falta quando um dia nos dermos conta de que já não temos ninguém a quem chamar de ‘mãe’. 


Não deem refrigerante aos seus filhos

Vocês sabem o mal que o refrigerante pode causar a sua saúde? E a de seus filhos? 

O refrigerante realmente é uma bebida muito saborosa. Durante um dia bem quente, então. Ou em um churrasco com os amigos... Porém os riscos que ele traz a nossa saúde e a de nossos filhos, não compensa.
Eu ainda tomo refrigerantes, mas evito ao máximo. Só tomo em lugares em que não há outra alternativa. Mas em relação ao meu filho, eu nunca gostei que dessem. Porém a briga à comprar com os tios e com os avós é muito grande. E eles sempre deram escondidos de mim.
Apesar desses empasses, eu estou sempre conversando com o Fillipe e informando a ele sobre os riscos que os refrigerantes trazem à saúde. Vejamos alguns deles:

- Refrigerante é uma bebida artificial, ou seja não é natural e não possuí nutrientes
- Dificulta o organismo a absorver nutrientes, o cálcio é um deles. Causando assim, facilidade de fraturas nos ossos e osteoporose
- Aumenta-se o risco de ataques cardíacos
- Risco de desenvolver diabetes tipo 2 e AVC, acidente vascular cerebral
- Alta quantidade de sódio
- Tem uma concentração muito grande de açucares (contribuindo para a obesidade), e os diet e light são ainda piores, pois contem o ASPARTAME, substância tóxica, altamente prejudicial a saúde.

O maior problema ao consumir grande quantidade de açúcar é que o corpo entende que está sendo nutrido – o que não acontece de verdade – e libera enzimas para catalisar energia proveniente do alimento. Como não há nada de nutritivo, o açúcar é armazenado como gordura e o organismo perde vitaminas e minerais.

E tem mais, segundo dados do IBGE, o refrigerante está entre os cinco alimentos mais consumidos no Brasil, à frente de qualquer tipo de carne, fruta ou verdura. É um absurdo! 
Portanto mamães e papais, NÃO DEEM refrigerantes aos seus anjinhos. Se eles pedirem, ofereça uma troca. Quem sabe um suco de frutas natural, ou uma fruta mesmo! 
Todos queremos ver nossos filhos saudáveis não é? 
Lembrando-se que temos de dar exemplos, falar somente não basta. Seja um exemplo pro seu filho. Não beba refrigerantes, e se a vontade for maior que você, beba somente em finais de semana e nunca na frente dos filhos. 

No quadro abaixo, mostra o que acontece depois que você bebe um refrigerante. Sejam conscientes e deem valor a saúde de vocês.
 


Beijos, 
Leide ;) 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Tabela chinesa para saber o sexo do bebê

Uma das formas de saber o sexo do bebê é utilizando a tabela chinesa. Nela, basta combinar a idade lunar da mãe e o mês da concepção, que é o mês em que a mulher ficou grávida, para descobrir se ela está esperando um menino ou uma menina.

Como funciona a tabela chinesa para saber o sexo do bebê

Esta tabela funciona da seguinte maneira:
1) A mulher deve descobrir a sua idade lunar, que é a idade quando engravidou + 1, desde que não tenha nascido em janeiro ou fevereiro.
Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 11/06/82, em 2012 completa 30 anos. Então, se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 31. Quem nasceu em janeiro ou fevereiro não precisa acrescentar +1 à sua idade, pois sua idade lunar é a mesma idade em que engravidou. Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 29/01/85, em 2012 completa 27 anos. Se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 27, pois não necessita somar nada.
2) Basta saber em qual mês ela engravidou e verificar na tabela abaixo. Os quadrados azuis representam os meninos e os quadrados cor de rosa representam as meninas.
tabela chinesa sexo bebe
Por exemplo: Uma mulher que tenha idade lunar 29 e que tenha engravidado no mês de abril, deverá ter uma menina.
Apesar dos chineses acreditarem que esta tabela é 99% segura, ela não é um método científico e pode dar erro, especialmente em caso de gêmeos. 
Eu nunca tinha ouvido falar nessa tabela, e logo que fiquei sabendo, fiz o teste com uma amiga minha e deu certo. Mas cuidado meninas, não há estudos que comprovam a sua eficácia. Então não façam o enxoval do bebê confiando apenas na tabela. Atualmente, a melhor forma de descobrir o sexo do bebê é através do exame de ultrassom, e também por um exame de sangue (mas aqui em Brasília ele é caro, não achei nenhum que seja menos de 200 reais). 
Alguém aí já fez? Foi muito caro? Comentem meninas...
Beijos, 
Leide ;) 

Como controlar as birras


O DESAFIO

Quando contrariado, seu filho de 2 anos desata a gritar, se joga no chão e começa a espernear. Você se pergunta: ‘Meu filho é normal? Será que ele faz birra por causa de algo que eu estou fazendo errado? Essa fase vai passar?’
Você pode ajudar seu filho a mudar esse comportamento. Mas, primeiro, tente descobrir o que pode estar por trás das birras.

POR QUE ACONTECE

Crianças pequenas ainda não sabem lidar com seus sentimentos. Isso é o suficiente para causar birras de vez em quando. Mas existem outros fatores.
Pense em como a vida do seu filho mudou por volta dos 2 anos de idade. Desde que ele nasceu, você cuidou de todas as necessidades dele. Bastava ele chorar que você corria para ver se estava tudo bem.‘Será que ele está doente? Está com fome? Quer carinho? Está com a fralda suja?’ Você fazia de tudo para tranquilizá-lo. E com razão, porque um bebê depende totalmente dos pais.
Mas, por volta dos 2 anos, a criança começa a perceber que seus pais passam a fazer cada vez menos as vontades dela. Agora, em vez de os pais fazerem o que o filho quero filho é que tem de fazer o que os pais queremA situação se inverteu e o filho talvez não aceite essa mudança sem protestar.
Com o tempo, a criança costuma aceitar o fato de que seus pais são seus educadores — não alguém que está ali só para cuidar dela — e que seu papel é ‘ser obediente aos pais’. (Colossenses 3:20) Enquanto isso não acontece, ela pode testar até o limite a paciência dos pais com uma birra atrás da outra.

 O QUE VOCÊ PODE FAZER

Seja compreensivo. Seu filho não é um adulto em miniatura. Por ter pouca experiência em controlar suas emoções, ele pode ter reações exageradas quando está aborrecido. Tente ver a situação do ponto de vista dele. — Princípio bíblico: 1 Coríntios 13:11.
Mantenha a calma. Quando seu filho está fazendo birra, perder a calma não ajuda em nada. Na medida do possível, ignore esse comportamento e não reaja de modo irritado. Ter em mente por que as birras acontecem ajudará você a manter a calma. — Princípio bíblico:Provérbios 19:11.
Não ceda. Se você ceder quando seu filho fizer birra, ele provavelmente usará a mesma tática em outras ocasiões. Com calma, mostre a ele que você está falando sério. — Princípio bíblico: Mateus 5:37.
Tenha paciência. Não espere que o comportamento de seu filho mude da noite para o dia, principalmente se você deu motivo para ele achar que fazer birra funciona. Mas, se sua reação for apropriada e coerente, é provável que as birras diminuam e, com o tempo, desapareçam por completo. A Bíblia diz: “O amor é paciente.” — 1 Coríntios 13:4Bíblia Pastoral.
Além disso, tente o seguinte:
  • Quando a birra começar, segure seu filho nos seus braços (se possível) e, sem machucá-lo, tente impedir que ele se debata. Não grite com ele; apenas espere a tempestade passar. Por fim, ele perceberá que suas birras não surtiram nenhum efeito.
  • Escolha um lugar para colocar seu filho quando ele fizer birra. Antes de deixá-lo ali, explique que ele poderá sair quando se acalmar.
  • Se seu filho fizer birra em público, leve-o para um lugar menos movimentado. Não ceda só porque ele está fazendo um escândalo. Caso contrário, ele terá a impressão de que conseguirá tudo que quer por fazer birra.
    Ter em mente por que as birras acontecem ajudará você a manter a calma
    Beijos,
    Leide ;) 

Disciplinar os filhos


João: * Antes de meus pais me castigarem por alguma coisa errada, eles se esforçavam bastante para entender por que eu havia feito aquilo e as circunstâncias envolvidas. Tento fazer como eles quando corrijo minhas filhas. Minha esposa, Aline, teve uma formação diferente. Seus pais eram mais impulsivos. Parece que eles castigavam os filhos sem levar em conta as circunstâncias por trás de um incidente. Às vezes, acho que minha esposa age da mesma forma rígida quando disciplina nossas filhas.
Carol: Meu pai abandonou nossa família quando eu tinha apenas 5 anos. Ele não se interessava nem um pouco por mim ou por minhas três irmãs. Minha mãe trabalhava muito para nos sustentar, e assumi grande parte da responsabilidade de cuidar de minhas irmãs mais novas. Era difícil ser criança quando eu tinha de fazer o papel de pai e mãe. Até hoje sou mais séria do que brincalhona. Quando meus filhos precisam de disciplina, fico me martirizando pensando nos erros deles. Gosto de saber por que algo aconteceu e o que levou àquilo. Meu marido, Mark, por outro lado, não fica remoendo o que aconteceu. Ele foi criado por um pai amoroso, mas firme, que cuidava muito bem de sua mãe. Quando lida com nossas filhas, meu marido resolve os problemas na hora. Ele avalia a situação, corrige-a e então segue em frente.
COMO mostram as palavras de João e Carol, sua criação pode ter muita influência no modo como você disciplina seus filhos. Quando o marido e a esposa não têm a mesma formação familiar, é provável que tenham atitudes bem diferentes no que se refere à educação dos filhos. Às vezes, essas diferenças causam tensão no casamento.
O cansaço pode aumentar a tensão. Pais de primeira viagem logo descobrem que disciplinar filhos é uma tarefa cansativa e que toma todo o tempo. Joana e Daniel, seu marido, criaram duas filhas. Ela diz: “Eu amo minhas filhas, mas elas quase nunca queriam ir dormir quando eu queria que fossem, e acordavam nas horas mais inconvenientes. Elas interrompiam minhas conversas, não guardavam os  sapatos, as roupas e os brinquedos e nunca colocavam a manteiga de volta na geladeira.”
Jaime, cuja esposa teve depressão pós-parto depois de ter a segunda filha, diz: “Muitas vezes eu chegava do trabalho exausto e então acordava quase a noite toda para cuidar de nosso bebê. Isso dificultava disciplinar nossa filha mais velha de modo coerente. Ela ficava com ciúmes por ter de dividir nossa atenção com sua irmãzinha.”
Quando pais cansados discordam sobre como educar um filho, uma pequena discussão pode se transformar numa briga feia. Desentendimentos não resolvidos podem separar os casais e dá margem para que um filho jogue um genitor contra o outro. Que princípios bíblicos ajudarão o casal a se manter achegado ao passo que educam bem os filhos?

Reservem tempo um para o outro

O casamento vem antes dos filhos, e a ideia é que ele continue por muito tempo depois que os filhos saem de casa. Com respeito à união conjugal, a Bíblia diz: “O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” (Mateus 19:6) Em contraste, essa mesma passagem mostra que a intenção de Deus era que o filho com o tempo ‘deixasse seu pai e sua mãe’. (Mateus 19:5) De fato, criar filhos é só uma fase do casamento, não a base dele. É claro que os pais precisam investir tempo na educação dos filhos, mas eles farão bem em se lembrar que um casamento sólido é o melhor alicerce para se fazer isso.
Qual é uma maneira de um casal manter seu relacionamento forte durante os anos em que criam filhos? Se for de todo possível, reservem regularmente algum tempo para ficarem juntos sem a presença dos filhos. Isso lhes dará a oportunidade de conversar sobre assuntos importantes relacionados à família e simplesmente desfrutar a companhia um do outro. Deve-se admitir que não é fácil arranjar tempo para ficar juntos como casal. Aline, a mãe já mencionada, diz: “Exatamente quando parece que meu marido e eu vamos poder passar alguns momentos juntos, a nossa filha mais nova quer de todo jeito a nossa atenção ou a de 6 anos entra em ‘crise’ porque não consegue encontrar seus lápis de cor.”
Joana e Daniel, já mencionados, conseguiram tempo um para o outro por estabelecer e fazer vigorar uma hora para suas filhas irem dormir. “Sempre estabelecemos uma hora específica para nossas filhas estarem na cama e prontas para ‘apagar a luz’”, diz Joana. “Isso possibilitou que eu e Daniel tivéssemos tempo para relaxar e conversar.”
Por fazer as crianças irem dormir toda noite na mesma hora, o casal pode não só conseguir algum tempo para si mesmos, mas também ajudar o filho a não ‘pensar mais de si mesmo do que é necessário pensar’. (Romanos 12:3) Com o tempo, os filhos que são treinados a respeitar a hora de dormir se dão conta de que não são os únicos que têm um papel importante na família — eles precisam se ajustar à rotina da família em vez de esperar que a rotina da família seja ajustada aos seus gostos.
TENTE O SEGUINTE: Estabeleça uma hora para seus filhos irem dormir e seja coerente em fazer com que eles obedeçam. Se seu filho der um motivo para ficar acordado um pouco mais, por exemplo, porque quer um copo d’água, você talvez decida atender ao pedido dele. Mas não permita que ele fique pedindo um monte de coisas só para adiar a hora de dormir. Se seu filho implorar para ficar acordado mais cinco minutos e você decidir permitir isso, programe um relógio para despertar em cinco minutos. Quando o relógio despertar, coloque seu filho na cama sem lhe fazer mais concessões. Deixe que seu ‘Simsignifique Sim, e seu Não, Não’. — Mateus 5:37.

Mostrem que vocês estão de acordo

“Escuta, meu filho, a disciplina de teu pai e não abandones a lei de tua mãe”, diz um  provérbio sábio. (Provérbios 1:8) Esse versículo bíblico dá a entender que tanto o pai como a mãe têm o direito de exercer autoridade sobre os filhos. No entanto, mesmo quando um casal foi criado de maneira parecida, eles talvez discordem em como um filho deve ser disciplinado e que regras da família devem ser aplicadas numa situação específica. Como os pais podem lidar com esse desafio?
João, já citado, diz: “Eu acho que é importante não discordar um do outro na frente dos filhos.” Mas ele admite que mostrar que estão de acordo na questão da disciplina é algo fácil de falar, mas difícil de fazer. “As crianças são muito espertas”, diz João. “Mesmo que um desentendimento não seja expresso, nossas filhas conseguem captar os sentimentos.”
Como João e Aline lidam com esse desafio? Aline diz: “Se não concordo com o modo como meu marido está corrigindo nossa filha eu espero ela estar num lugar onde não possa ouvir e então digo o que penso. Não quero que ela pense que pode ‘dividir e conquistar’ por se aproveitar de nossas diferenças de opinião. Se ela percebe que discordamos, eu lhe digo que todos na família têm de seguir as orientações de Jeová e que me submeto espontaneamente à chefia de seu pai assim como ela deve se submeter à nossa autoridade como pais.” (1 Coríntios 11:3; Efésios 6:1-3) João diz: “Quando estamos juntos em família, sou eu quem geralmente disciplina nossas filhas. Mas se Aline está mais a par de uma situação, eu deixo que ela comece a disciplinar e então a apoio. Se não concordo com ela em alguma coisa, falo sobre isso mais tarde.”
Como você pode impedir que desacordos sobre a educação dos filhos criem ressentimentos entre você e o seu cônjuge e, por isso, minem o respeito de seus filhos por você?
TENTEM O SEGUINTE: Reservem um tempo toda semana para conversar sobre assuntos relacionados à disciplina dos filhos e falem abertamente sobre qualquer coisa de que vocês talvez discordem. Tentem entender o ponto de vista um do outro e respeitem o fato de que cada um tem seu próprio relacionamento com o filho.

Fortaleçam-se como pais

Sem dúvida, educar filhos dá muito trabalho. Às vezes, pode parecer que isso esgota todas as suas energias. No entanto, mais cedo ou mais tarde seus filhos sairão de casa, e você e seu cônjuge se sentirão mais como um casal de novo. A experiência de criar filhos vai fortalecer ou enfraquecer seu casamento? A resposta dependerá de como você aplica o princípio encontrado em Eclesiastes 4:9, 10: “Melhor dois do que um, porque eles têm boa recompensa pelo seu trabalho árduo. Pois, se um deles cair, o outro pode levantar seu associado.”
Quando os cônjuges trabalham em parceria, os resultados podem ser muito gratificantes. Carol, já mencionada, expressa seus sentimentos assim: “Eu sabia que meu marido tinha muitas boas qualidades, mas criar filhos juntos me mostrou um lado dele que eu não conhecia. Observar seu jeito amoroso de cuidar de nossas filhas aumentou meu respeito e amor por ele.” João diz o seguinte sobre Aline: “Ver como minha esposa se tornou uma mãe atenciosa aprofundou meu amor e admiração por ela.”
Se você conseguir tempo para ficar com seu cônjuge e os dois trabalharem em equipe durante os anos em que criarem os filhos, seu casamento se fortalecerá à medida que os filhos crescerem. Existe melhor exemplo do que esse para você dar a seus filhos?

PERGUNTE-SE . . .

  • Quanto tempo passo com meu cônjuge toda semana sem os filhos por perto?
  • De que modo apoio meu cônjuge quando ele corrige nossos filhos?
Beijos, 
Leide ;) 
Fonte: www.jw.org 

O que deve ser elogiado em uma Criança: Inteligência ou esforço?


O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança

Eu costumava a falar com o Lipe; Nossa filho, como você é inteligente. Parabéns!
Mas depois de ler essa matéria, vou mudar a maneira como falo com ele, afinal, quanto mais ele se esforçar em fazer as coisas, mas inteligente ele se tornará né?!

A psicologia social explica o comportamento humano em sociedade. Crianças são objeto de estudo por estarem em constante contato com a aprendizagem. A professora Carol Dweck, Ph.D.  em Social e Desenvolvimento Psicológico, fez uma pesquisa com mais de 400 crianças nos Estados Unidos a fim de descobrir o que acontece quando estas são elogiadas.

A pesquisa desafiava crianças de ambos os gêneros a montarem um quebra-cabeça com nível de dificuldade baixo. Ao término desse primeiro desafio, elas foram divididas em dois grupos: um que era elogiado pela inteligência e outro pelo esforço. Em seguida os grupos deveriam passar por um novo desafio semelhante ou diferente – cada criança poderia escolher o de sua preferência. O resultado foi que as crianças elogiadas pela inteligência escolheram desafios semelhantes ao quebra-cabeça, enquanto as crianças elogiadas pelo esforço escolhiam desafios diferentes.
A conclusão inicial é que crianças elogiadas como inteligentes querem permanecer nessa classificação, portanto, elas escolhem desafios que não decepcionem as expectativas alheias, seja dos pais, professores ou colegas.
Outro problema dos elogios excessivos à inteligência é a diminuição de autoestima das crianças. Elas começam a desconfiar de suas reais habilidades e em seu subconsciente elas subestimam a importância do esforço. O repertório de pesquisa sobre a infância, aprendizado, esforço e estudo é grande. E ainda há muito a ser descoberto no campo da psicologia social.

Eu achei bem válido esse estudo. Se é o melhor para nossos pequenos, não custa nada acatar as dicas não é?

Beijos, Leide ;)

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Saiba o sexo do seu bebê no primeiro Ultra-som



A maioria das mães fica super ansiosa para saber o sexo do bebê logo que descobre que está grávida. Acho muito bacana quando os pais não querem saber do sexo do bebê antes do nascimento, mas como sou muito curiosa não conseguiria. Fiz alguns testes para tentar adivinhar o sexo do Fillipe, mas o que encontrei hoje, nunca tinha ouvido falar!
Os pesquisadores dos EUA fizeram um ultrasom transvaginal em mais de 5.300 mulheres com 6 semanas de gestação e em seguida, uma ultrassonografia transabdominal (aquele na barriga) com 18-20 semanas, e esse método de estava certo de 98-99% !!!!
Essa pesquisa ainda é recente, mas não custa ver seu primeiro ultrassom e confirmar, ou não, esse teste da placenta ( eles falam placenta, que nada mais é o corpo lúteo, perto da 7ª semana começa a produzir progesterona, substituindo o corpo lúteo e se tornando a placenta). Mais especificamente, a localização da placenta - 97,2% dos MENINOS tiveram sua placenta (corpo lúteo) no lado direito do útero em que seis semanas de ultrasom, e 97,5 % das MENINAS no lado esquerdo.
Achei bem louco, não é? Mas de acordo com esse estudo, este método deve ser considerado “altamente confiável” na determinação de gênero dentro das primeiras semanas de gravidez. Será?
Eu achei a ultra-som do Lipe, fiz e deu certo, rs! 
E vocês meninas, já ouviram falar desse teste? Têm o a ultrassonografia de 6-7 semanas, onde estava o corpo lúteo/placenta?
Lembrando que é só um teste, uma brincadeira, não levem a sério e vão comprar o enxoval sem confirmar o sexo, né?
Beijos,
Leide 

Sua barriga no pós-parto

Conheça 20 dicas infalíveis para ter seu abdome de volta depois de dar à luz e ficar de bem com o seu corpo


A barriga, com certeza, é a parte do corpo que passa por mais transformações durante os noves meses de gravidez. Quer ver só? O útero, originalmente do tamanho de uma pera, cresce até alcançar a dimensão de uma melancia – o que faz todos os outros órgãos do local se deslocarem para cima. Os músculos abdominais se afastam e vão para os lados. Para acompanhar esses movimentos, a pele estica o máximo que consegue, fica mais frágil e ressecada. Apesar de todas essas assustadoras alterações, nosso corpo está preparado para retornar ao que era antes. Mas é preciso ajudá-lo. E o primeiro passo é começar com os cuidados ainda na gravidez. Confira abaixo as 20 dicas mais importantes dadas pelos especialistas para ter seu abdome de volta – ou até uma versão melhorada!

Durante a gravidez
1 - A melhor garantia de sucesso no projeto “quero meu abdome de volta” é controlar o ganho de peso durante a gravidez. Quanto mais engordar, mais difícil será perder os extras e lidar com uma possível flacidez. No Brasil os médicos aconselham a ganhar de 11 a 15 quilos nos nove meses. Lembre-se: estar grávida não significa comer por dois. Especialistas apontam que 300 calorias a mais por dia é o ideal – algo equivalente a um sanduíche natural com pão integral e patê ou uma fatia de bolo acompanhada por suco de frutas. Controle-se!

2 - Outra atitude que ajuda a monitorar o peso e a estética do abdome são os exercícios físicos. Converse com o seu médico pois o seu histórico de saúde e de atividades físicas, além do andamento de sua gravidez, é que vão determinar quando e por onde começar. Alguns obstetras só liberam exercícios depois do primeiro trimestre enquanto outros aconselham a começar antes.

3 - Quem já faz algum tipo de atividade pode continuar com as devidas adaptações para a nova fase. Já as mulheres sedentárias devem escolher as modalidades de baixo impacto como a caminhada, a natação, a hidroginástica e o pilates. A yoga é uma ótima opção já que pode ser feita desde o começo da gravidez até o final, com aulas adaptadas e irá ajudar muito na respiração e postura da futura mãe.

4 - Outra mudança que preocupa as mulheres são as estrias que podem aparecer na barriga durante a gravidez. Elas são causadas pelo estiramento do abdome e o ganho de peso muito rápido. O aparecimento desse problema está associado a questões genéticas, mas hidratar muito bem o local pode evitar seu surgimento.

5 - Aplique o hidratante pelo menos duas vezes ao dia no abdome. Prefira produtos específicos para grávidas, que possuem ingredientes mais potentes e nenhuma substância química prejudicial. A hidratação vai ajudar não só no combate às estrias, mas também a diminuir a sensação de coceira, causada pelo estiramento e ressecamento da pele.

6 - No banho, use óleos com amêndoas e semente de uva para ajudar na hidratação. Depois de passar sobre o abdome, faça um enxague rápido e seque levemente com a toalha.

7 - Não se preocupe se surgir uma linha levemente marrom em sua barriga. A linha Alba, como é conhecida, nasce por conta dos hormônios da gravidez e desaparece alguns meses depois do parto. Evite tomar sol para não escurecê-la ainda mais.

8 - Existem alguns tratamentos estéticos que você pode fazer mesmo estando grávida, para ajudar na manutenção da saúde da pele do abdome:

Manobra de Jaquet - massagem realizada por um fisioterapeuta, feita com movimentos suaves em forma de pinçamentos da pele que irão estimular a circulação local.  

Dermotonia - técnica francesa na qual movimentos delicados estimulam a drenagem linfática do tecido do abdome para obter uma irrigação sanguínea ideal.

9 - Durante a gravidez não use produtos para descolorir os pelos do abdome. Além do risco de causar alergias, eles possuem amônia, substância que pode afetar o desenvolvimento do bebê.

No pós- parto

10 - A melhor maneira de perder os quilos extras – e consequentemente a barriga extra – é amamentar.  O ato, além de ajudar no vínculo da mãe com o filho e proteger o bebê, também faz a mulher gastar cerca de 750 calorias diariamente. O mesmo que uma aula aeróbica, com a vantagem que você não precisa sair de casa!

11 - As mudanças hormonais do pós-parto somada a rotina corrida e noites maldormidas pode lhe dar fome. Em nome da futura barriga chapada, controle-se e descubra outras maneiras de aplacar a ansiedade, como conversar com as amigas, meditar ou ver televisão.

 12 - Investir em uma alimentação saudável continua a ser o melhor para não acabar com seus planos. Não compre tentações e encha a geladeira com verduras, legumes e frutas, de preferência já preparados para quando bater a fome.

13 - Beba muita água, cerca de 3 litros por dia, principalmente se estiver amamentando. Além do corpo precisar da substância para produzir o leite, a água estimula o funcionamento dos rins, acelerando a eliminação dos líquidos que estão retidos pelo corpo. E melhora a aparência da barriga.

14 - Volte a fazer atividades físicas. Geralmente os obstetras liberam os exercícios duas ou três semanas depois de um parto normal e de quatro a seis semanas para quem fez cesárea. Essas últimas devem evitar esforço abdominal nos três primeiros meses. Você pode começar empurrando o carrinho do bebê no parque, por exemplo. E quando estiver mais disposta, aumente a quantidade e potência do exercício em uma esteira ou bicicleta ergométrica.

15 - Uma boa dica é fazer aulas de yoga, que fortalece a musculatura da barriga, tonificando e ajudando os órgãos a retornarem ao local de origem. Existe uma série de àsanas (posturas físicas) que auxiliam no fortalecimento do abdome, fazendo com que a pele e a musculatura voltem a seu tônus natural.

16 - Usar uma cinta após o parto ajuda os músculos do abdome a voltar a sua posição normal e os órgãos internos ficam mais bem posicionados. O ideal é que seja usada logo ao chegar em casa. Prefira modelos de tecidos mais naturais e sem arames. É aconselhável usar durante cinco meses.

17 - Continue a usar um bom hidratante. Você pode voltar a usar o seu preferido, continuar com o escolhido na gravidez ou investir em uma nova marca desde que seja confiável.

18 - A drenagem linfática pode ajudar bastante. Os movimentos suaves e lentos estimulam a circulação reduzindo a retenção de líquidos no corpo e diminuindo o inchaço, inclusive do abdome. 

19 - Alguns tratamentos estéticos podem ser bons aliados para sua barriga. O Thermacool - um de radiofrequência que estimula a formação de colágeno novo e remodela o já formado, pode ser feito três meses depois do parto mesmo que você esteja amamentado. O Ultrashape utiliza ondas de ultrassom que rompem as células de gordura, dissolve-as fazendo com que sejam absorvidas pelo organismo e assim promete acabar com a gordura localizada do abdome, mas só pode ser feito depois do período de amamentação. O mesmo acontece com o Velashape, aparelhe que reúne as tecnologias de sucção mecânica, raios infravermelhos e radiofrequência, e deixam a barriga com a pele mais firme, menos inchada e sem gordurinhas.

20 - Caso tenha aparecido estrias, existem tratamentos que ajudam a deixar a aparência melhor, embora não haja nada que desapareça completamente com elas:

Laser - é considerado um dos melhores métodos, pois pode ser realizado mesmo quando a mãe está amamentado, já que não utiliza nenhum tipo de ácido. Começando o tratamento mais rápido, é possível cuidar das estrias quando ainda estão novas e vermelhas.

Ácido retinóico - Só pode ser realizado depois do período de amamentação. As altas concentrações do ácido estimulam o crescimento de novos vasos sangüíneos dérmicos e promovem a restauração do colágeno e da elastina. As aplicações são feitas em casa, antes de dormir, mas a mulher deve ser orientada por um especialista.

Ácido glicólico - também só pode ser feito depois do período de amamentação. Esse procedimento, que usa ácido glicólico a 70% é realizado por um médico semanalmente é costuma ser feito em conjunto com o tratamento com ácido retinóico. Ele é indolor e são realizadas, no geral, de dez a vinte sessões para um bom resultado.

Microcristais - um aparelho com microcristais de alumínio age sobre as estrias, causando uma forte esfoliação na região afetada. Com essa irritação local, será estimulada a formação de novas fibras de colágeno, que constituem a pele. Em geral é dolorido e necessita de anestesia local, por isso o recomendado é fazer depois do período de amamentação. O número de sessões varia de dez a vinte, de acordo com o tipo de pele. É mais utilizado em estrias brancas, e deve ser aplicado com cautela em peles morenas. 

Subcisão - uma agulha especial, com uma pequena lâmina cortante na ponta, é introduzida na estria, liberando a fibrose local e estimulando o preenchimento na região de depressão da estria. Indicado para estrias antigas com depressão local e coloração esbranquiçada. É necessário anestésico local, e as sessões variam de duas a três.

Da decisão à gravidez em 20 passos

Gente, eu to com tanta vontade de engravidar de novo que estou me sentindo perseguida pelas gravidas, rs.
Onde eu vou, tem uma gravida, tem um recém-nascido, tem uma loja de roupas pra gestantes, e eu fico com mais vontade ainda. Mas infelizmente não posso agora =/. Tenho que esperar a minha vida financeira se estabilizar pra tudo dar certo!
Olha eu de barrigão aí;

Pensando na minha futura gravidez, eu encontrei essas 20 dicas para uma gravidez mais tranquila; 

1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico

O ácido fólico é uma substância que evita defeitos no bebê, mas o melhor é que seja tomado pelo menos um mês antes de a mulher engravidar. 

Mesmo que você ainda não tenha ido ao ginecologista para dar a notícia de que quer engravidar e fazer os exames necessários (leia abaixo), já pode ir tomando o ácido fólico, que é vendido sem receita médica nas farmácias, e fornecido gratuitamente em postos de saúde. 

O ideal é comprar apenas o ácido fólico, e não um complexo de vitaminas. O excesso de vitamina A (mais que 770 mcg RAE ao dia) pode ser prejudicial ao feto. 

A dose recomendada de ácido fólico é de pelo menos 400 microgramas (mcg), equivalente a 0,4 miligrama, ao dia. O ácido fólico não engorda e é bem baratinho. Os comprimidos disponíveis normalmente têm bem mais do que a dose recomendada (muitas vezes com 1 ou 5 miligramas). 

2. Pense duas vezes antes de cair na balada

Comece a preparar seu corpo pegando mais leve nas noitadas, principalmente reduzindo ou eliminando o cigarro, o consumo de drogas e de bebidas alcoólicas. Vários estudos já demonstraram que o fumo e o uso de drogas podem provocar aborto espontâneo, parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer. 

As substâncias nocivas podem permanecer por mais tempo no organismo, por isso o melhor é parar bem antes de engravidar. 

Leve em conta também que o cigarro afeta a fertilidade feminina e a contagem de espermatozoides do homem. Por isso, e também pelo fumo passivo, vale a pena pensar em limpar a casa do cigarro, com o casal abandonando o hábito antes mesmo da gravidez. 

Os efeitos do álcool na gravidez são imprevisíveis, por isso alguns médicos sugerem que a mulher pare de beber antes mesmo de começar a tentar engravidar. 

3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia

Pesquisas mostram que o excesso de cafeína pode afetar sua capacidade de absorver ferro, que é muito necessário na gravidez, e eleva o risco de o bebê morrer dentro do útero. Há ainda indícios de que a cafeína afete a fertilidade. 

Vá reduzindo então seu consumo de cafeína, não só no cafezinho, mas também em refrigerantes, chás e até no chimarrão. Mas cuidado para não abrir mão da cafeína de uma vez só, pois você pode ficar com dores de cabeça bem desagradáveis. 



4. Tente se aproximar do seu peso ideal

Estudos mostram que é mais difícil engravidar para mulheres muito magras ou acima do peso, com índice de massa corporal (IMC) abaixo de 20 ou acima de 30. Para calcular o IMC, procure calculadoras na Internet ou faça a conta: É o seu peso (em quilos) dividido pela sua altura ao quadrado (em metros). Se você pesa 60 kg e tem 1,60 m de altura, faça o seguinte: calcule quanto é 1,60 x 1,60 (dá 2,56). Aí pegue o 60 (do seu peso) e divida por 2,56. O resultado será 23,4, dentro da faixa ideal. 

Trabalhar para chegar ao peso ideal também vai ajudar você com o próximo passo, que é cuidar da alimentação. Afinal, comer bem é uma coisa que você vai precisar ter na cabeça durante a gravidez e até depois que o bebê nascer, quando estiver amamentando. 

O melhor é pedir orientação a um profissional de saúde se você estiver fora da faixa recomendada de peso. 

5. Encha a geladeira de comida saudável

Você ainda não está "comendo por dois", mas é bom já ir se acostumando e estocando no seu organismo nutrientes que serão essenciais para uma gravidez saudável. Procure comer pelo menos duas porções de fruta por dia, e três porções de hortaliças e verduras. 

Capriche também nas fibras e em alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte e brócolis. 

Se você gosta muito de peixe, é melhor evitar alguns tipos que vivem em águas profundas, como cação, peixe-espada, garoupa e marlin, porque eles podem acumular mercúrio, substância prejudicial que fica no organismo por até um ano. 

Uma boa sugestão é comer no máximo duas porções (cerca de 350 gramas) de peixes como salmão ou atum por semana. 

6. Monte e siga seu programa de exercícios

Exercício na gravidez faz muito bem, mas o ideal é que a mulher já esteja fazendo atividade física antes de engravidar, porque aí é só continuar a fazer os exercícios a que já está acostumada, sempre tomando os cuidados necessários. 

Além disso, a malhação pode ajudar a eliminar o estresse que pode vir junto com as tentativas de engravidar. 

O mais recomendado é fazer uma hora de atividade física, como caminhada, bicicleta e musculação, pelo menos três ou quatro vezes por semana. Para completar, exercícios de flexibilidade e alongamento (como ioga). 

Não faça muito mais que isso -- excesso de exercícios pode acabar atrapalhando o ciclo menstrual. Desde que você esteja menstruando normalmente, deve estar tudo bem. 

Se você sempre foi sedentária, comece aos poucos, sob orientação médica. Caminhar de 10 a 20 minutos por dia já é um bom princípio -- vá ao supermercado a pé, suba escadas em vez de pegar o elevador, mexa seu corpo sempre que der. 

7. Vá ao dentista

Há cada vez mais provas de que doenças na boca podem afetar a gravidez, fazendo o bebê nascer prematuro, por exemplo. As mudanças hormonais que acontecem durante a gestação deixam a mulher mais suscetível a problemas na gengiva. 

Se faz mais de um ano que você não vai ao dentista, é melhor ir agora, antes de engravidar. 

8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família

Você já ouviu seus pais contarem que tiveram um irmão que morreu pequeno, ou alguma criança na família que nasceu com problemas, ou tem parentes com doenças crônicas? 

Pode parecer meio mórbido, mas vale a pena dar uma investigada na família de vocês dois para saber se não há histórico de problemas genéticos ou cromossômicos, como síndrome de Downanemia falciforme, outros tipos de anemia como a talassemia, fibrose cística, doença de Tay-Sachs (frequente nos descendentes de judeus do Leste Europeu), hemofilia e outras. 

Se descobrir alguma coisa suspeita, você vai poder perguntar ao ginecologista se é necessário algum tipo de exame especial ou aconselhamento genético para avaliar os riscos. 

9. Marque uma consulta com o ginecologista

Não precisa ser ainda, necessariamente, com o médico que vai acompanhar a gravidez, mas você precisa marcar uma consulta e ir ao ginecologista para que ele dê uma olhada geral na sua saúde (e não só nos órgãos reprodutivos). 

Diga ao médico todos os remédios que está tomando ou que tomou recentemente. Alguns medicamentos, como o antiacne Roacutan (isotretinoína), não só não podem ser tomados na gravidez, mas permanecem no organismo depois de você parar de tomá-los. 

Conte ao médico sobre qualquer outro problema crônico de saúde, como a diabete ou disfunções da tiroide. O ginecologista vai dizer se você precisa tomar alguma vacina, como a contra a rubéola. 

É o médico também que vai decidir se é necessário fazer algum tipo de investigação genética, com base no que você contar a ele do histórico da sua família. 

10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando

Não há nada contra simplesmente parar de evitar a gravidez e deixar a coisa rolar naturalmente, para ver o que acontece. Só que boa parte das mulheres fica ansiosa, querendo engravidar o quanto antes. 

Se for esse seu caso, vale a pena se sintonizar com seu próprio organismo para ver se descobre a data da ovulação. Nossa calculadora da ovulação pode ajudar a dar uma ideia do momento ideal para encomendar o seu bebê, quando chegar a hora de tentar de verdade. 

11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público

A maioria dos planos de saúde tem dez meses de carência para gravidez, mesmo se apenas para mudança de categoria. Por isso, se você tem convênio ou plano de saúde, informe-se para ver quais hospitais, médicos e exames o plano cobre e se há reembolso. Se quiser mudar de categoria, terá de fazer isso antes de engravidar. 

Caso você não tenha plano de saúde e pretenda entrar em um, vale a mesma coisa: você vai precisar entrar pelo menos dez meses antes da data do parto, portanto é bom dar uma boa antecedência antes de começar as tentativas concretas. 

Maternidades particulares têm planos especiais para quem não tem plano de saúde -- você pode se informar sobre eles. 

Todas as mulheres têm direito a atendimento pelo SUS, de graça, mas é aconselhável investigar na sua região para ver a qualidade da assistência médica, que varia muito. Um bom começo é procurar as unidades básicas de saúde (postos) para saber como funciona o pré-natal. 

12. Faça as contas e programe sua vida financeira

Bebês vêm com enormes despesas. Procure fazer um planejamento dos gastos, não só os da gravidez e do parto, mas também os do resto da vida. Pense nas coisas menos óbvias, como o preço da escola -- parece que está tão longe... O "a gente dá um jeito" não é a melhor maneira de pensar. 

Veja também como vai ficar sua vida durante a licença-maternidade. Autônomas que contribuem para o INSS recebem o salário-base da contribuição, por isso talvez valha a pena aumentar a contribuição antes de engravidar para receber um salário melhor. 

Descubra na empresa se há mudanças no esquema de trabalho para grávidas, ou se há muitos casos de mulheres que são mandadas embora depois que voltam da licença-maternidade (coisa que infelizmente não é tão rara assim). 

13. Planeje seu espaço físico

Há lugar na sua casa para um bebê? A região é legal para criar um filho? Você quer construir mais um quartinho ou fazer uma reforma? O momento para pensar nisso é agora, não depois da gravidez. Lidar grávida com reforma ou mudança de casa é uma receita perfeita para o estresse. 

14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental

Mulheres que sofrem de depressão tendem a ter mais dificuldade para engravidar. Caso você não esteja com a cabeça boa, é melhor se tratar antes de engravidar, porque as mudanças hormonais são um furacão, e muitas vezes provocam depressão na gravidez e depressão pós-parto. 

Se a mulher estiver equilibrada no momento da gravidez, tudo tende a ser mais fácil. O médico saberá quais antidepressivos podem ser tomados enquanto se está tentando engravidar. Vale tentar também técnicas como ioga e meditação. 

Em relação ao seu parceiro, veja se o relacionamento de vocês está bem. A gravidez só vai piorar as coisas se a situação já não estiver boa. 

15. Proteja sua saúde e evite infecções

Quando se está tentando engravidar, é bom começar a tomar os mesmos cuidados da gestação, para não ficar doente nas primeiras semanas da gravidez, que é justo quando os órgãos do bebê estão se formando e estão mais sujeitos a problemas. 

Lave as mãos com frequência, peça para outra pessoa cuidar da caixinha de fezes do gato, para evitar a toxoplasmose. Prefira não comer carne crua, inclusive de peixe. Dê uma olhada desde já no nosso artigo sobre alimentação saudável na gravidez, pois você pode aplicar os mesmos princípios. 

Quando já estiver tentando de verdade, evite tomar remédios no período depois da ovulação, ou seja, a partir da metade do ciclo menstrual, porque já pode haver um embriãozinho em desenvolvimento dentro da sua barriga. 

16. Pense bem

Ter um filho é compromisso para a vida toda. Antes de botar a mão na massa e fazer seu bebezinho, faça algumas perguntas a você mesma: 

- Vocês dois estão no mesmo barco nessa história de ter um bebê? 
- Se vocês têm diferenças de religião, já discutiram como isso vai afetar a criança? 
- Você pensou em como vai conciliar o trabalho e os cuidados com a criança? 
- Vocês estão dispostos a abrir mão da vida despreocupada e de "luxos" como dormir até mais tarde no fim de semana? 

17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)

É provável que você seja invadida por um monte de emoções ao mesmo tempo nesta época de decisões e tentativas. O apoio de uma pessoa especial é valiosíssimo. Mas não precisa espalhar para todo mundo que "está tentando". Você vai ter de enfrentar olhares curiosos e cheios de expectativas cada vez que disser "oi" para as pessoas. 

Outra opção é compartilhar sua expectativa com outras mulheres na sua situação, nos nossos animados grupos da comunidade, por exemplo. 

18. Apimente sua relação

Há especialistas que acham que, quanto mais excitada a mulher, maior é a chance de haver fertilização. Já outros acham que não faz diferença. O ponto é que a hora do "vamos ver" é a mais gostosa, e deve ser aproveitada. 

Prepare-se para esquentar as coisas: uma lingerie provocante, velas no quarto, uma massagem... Faça o que funciona melhor para vocês. 

19. Pare de usar seu método anticoncepcional

Se você já seguiu todos os passos, está na hora de começar a tentar de verdade. Dependendo do método, a coisa é mais imediata -- ou não. Basta deixar de usar a camisinha e vocês já estarão "tentando", mas no caso de métodos hormonais a coisa não é tão fácil. 

Se você toma a pílula tradicional combinada, por exemplo, é melhor terminar de tomar a cartela, para evitar que sua menstruação fique toda bagunçada. Pode levar alguns meses para o ciclo menstrual se regularizar depois da pílula. 

O mesmo vale para os adesivos e o anel intravaginal. No caso da injeção de Depo-Provera, pode demorar mais tempo para você começar a ovular de novo, mesmo que a menstruação volte ao normal rápido. DIUs e implantes precisam ser retirados pelo médico. 

Quanto tiver parado de usar anticoncepcional, acostume-se a marcar na agenda ou no calendário a data da sua menstruação. Depois vai ficar mais fácil contar a gravidez. 

20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos

Se tudo der certo, sua liberdade vai acabar logo. Então aproveite: ande de montanha-russa, monte a cavalo, surfe, faça tudo de radical que depois não vai poder fazer por um bom tempo. 

Namore muito, vá ao cinema, durma até tarde. 

E, quando aquele teste der positivo, não se esqueça de visitar o blog para  receber dicas de desenvolvimento pro seu bebê. 

Boa sorte!