quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Saiba o sexo do seu bebê no primeiro Ultra-som



A maioria das mães fica super ansiosa para saber o sexo do bebê logo que descobre que está grávida. Acho muito bacana quando os pais não querem saber do sexo do bebê antes do nascimento, mas como sou muito curiosa não conseguiria. Fiz alguns testes para tentar adivinhar o sexo do Fillipe, mas o que encontrei hoje, nunca tinha ouvido falar!
Os pesquisadores dos EUA fizeram um ultrasom transvaginal em mais de 5.300 mulheres com 6 semanas de gestação e em seguida, uma ultrassonografia transabdominal (aquele na barriga) com 18-20 semanas, e esse método de estava certo de 98-99% !!!!
Essa pesquisa ainda é recente, mas não custa ver seu primeiro ultrassom e confirmar, ou não, esse teste da placenta ( eles falam placenta, que nada mais é o corpo lúteo, perto da 7ª semana começa a produzir progesterona, substituindo o corpo lúteo e se tornando a placenta). Mais especificamente, a localização da placenta - 97,2% dos MENINOS tiveram sua placenta (corpo lúteo) no lado direito do útero em que seis semanas de ultrasom, e 97,5 % das MENINAS no lado esquerdo.
Achei bem louco, não é? Mas de acordo com esse estudo, este método deve ser considerado “altamente confiável” na determinação de gênero dentro das primeiras semanas de gravidez. Será?
Eu achei a ultra-som do Lipe, fiz e deu certo, rs! 
E vocês meninas, já ouviram falar desse teste? Têm o a ultrassonografia de 6-7 semanas, onde estava o corpo lúteo/placenta?
Lembrando que é só um teste, uma brincadeira, não levem a sério e vão comprar o enxoval sem confirmar o sexo, né?
Beijos,
Leide 

Sua barriga no pós-parto

Conheça 20 dicas infalíveis para ter seu abdome de volta depois de dar à luz e ficar de bem com o seu corpo


A barriga, com certeza, é a parte do corpo que passa por mais transformações durante os noves meses de gravidez. Quer ver só? O útero, originalmente do tamanho de uma pera, cresce até alcançar a dimensão de uma melancia – o que faz todos os outros órgãos do local se deslocarem para cima. Os músculos abdominais se afastam e vão para os lados. Para acompanhar esses movimentos, a pele estica o máximo que consegue, fica mais frágil e ressecada. Apesar de todas essas assustadoras alterações, nosso corpo está preparado para retornar ao que era antes. Mas é preciso ajudá-lo. E o primeiro passo é começar com os cuidados ainda na gravidez. Confira abaixo as 20 dicas mais importantes dadas pelos especialistas para ter seu abdome de volta – ou até uma versão melhorada!

Durante a gravidez
1 - A melhor garantia de sucesso no projeto “quero meu abdome de volta” é controlar o ganho de peso durante a gravidez. Quanto mais engordar, mais difícil será perder os extras e lidar com uma possível flacidez. No Brasil os médicos aconselham a ganhar de 11 a 15 quilos nos nove meses. Lembre-se: estar grávida não significa comer por dois. Especialistas apontam que 300 calorias a mais por dia é o ideal – algo equivalente a um sanduíche natural com pão integral e patê ou uma fatia de bolo acompanhada por suco de frutas. Controle-se!

2 - Outra atitude que ajuda a monitorar o peso e a estética do abdome são os exercícios físicos. Converse com o seu médico pois o seu histórico de saúde e de atividades físicas, além do andamento de sua gravidez, é que vão determinar quando e por onde começar. Alguns obstetras só liberam exercícios depois do primeiro trimestre enquanto outros aconselham a começar antes.

3 - Quem já faz algum tipo de atividade pode continuar com as devidas adaptações para a nova fase. Já as mulheres sedentárias devem escolher as modalidades de baixo impacto como a caminhada, a natação, a hidroginástica e o pilates. A yoga é uma ótima opção já que pode ser feita desde o começo da gravidez até o final, com aulas adaptadas e irá ajudar muito na respiração e postura da futura mãe.

4 - Outra mudança que preocupa as mulheres são as estrias que podem aparecer na barriga durante a gravidez. Elas são causadas pelo estiramento do abdome e o ganho de peso muito rápido. O aparecimento desse problema está associado a questões genéticas, mas hidratar muito bem o local pode evitar seu surgimento.

5 - Aplique o hidratante pelo menos duas vezes ao dia no abdome. Prefira produtos específicos para grávidas, que possuem ingredientes mais potentes e nenhuma substância química prejudicial. A hidratação vai ajudar não só no combate às estrias, mas também a diminuir a sensação de coceira, causada pelo estiramento e ressecamento da pele.

6 - No banho, use óleos com amêndoas e semente de uva para ajudar na hidratação. Depois de passar sobre o abdome, faça um enxague rápido e seque levemente com a toalha.

7 - Não se preocupe se surgir uma linha levemente marrom em sua barriga. A linha Alba, como é conhecida, nasce por conta dos hormônios da gravidez e desaparece alguns meses depois do parto. Evite tomar sol para não escurecê-la ainda mais.

8 - Existem alguns tratamentos estéticos que você pode fazer mesmo estando grávida, para ajudar na manutenção da saúde da pele do abdome:

Manobra de Jaquet - massagem realizada por um fisioterapeuta, feita com movimentos suaves em forma de pinçamentos da pele que irão estimular a circulação local.  

Dermotonia - técnica francesa na qual movimentos delicados estimulam a drenagem linfática do tecido do abdome para obter uma irrigação sanguínea ideal.

9 - Durante a gravidez não use produtos para descolorir os pelos do abdome. Além do risco de causar alergias, eles possuem amônia, substância que pode afetar o desenvolvimento do bebê.

No pós- parto

10 - A melhor maneira de perder os quilos extras – e consequentemente a barriga extra – é amamentar.  O ato, além de ajudar no vínculo da mãe com o filho e proteger o bebê, também faz a mulher gastar cerca de 750 calorias diariamente. O mesmo que uma aula aeróbica, com a vantagem que você não precisa sair de casa!

11 - As mudanças hormonais do pós-parto somada a rotina corrida e noites maldormidas pode lhe dar fome. Em nome da futura barriga chapada, controle-se e descubra outras maneiras de aplacar a ansiedade, como conversar com as amigas, meditar ou ver televisão.

 12 - Investir em uma alimentação saudável continua a ser o melhor para não acabar com seus planos. Não compre tentações e encha a geladeira com verduras, legumes e frutas, de preferência já preparados para quando bater a fome.

13 - Beba muita água, cerca de 3 litros por dia, principalmente se estiver amamentando. Além do corpo precisar da substância para produzir o leite, a água estimula o funcionamento dos rins, acelerando a eliminação dos líquidos que estão retidos pelo corpo. E melhora a aparência da barriga.

14 - Volte a fazer atividades físicas. Geralmente os obstetras liberam os exercícios duas ou três semanas depois de um parto normal e de quatro a seis semanas para quem fez cesárea. Essas últimas devem evitar esforço abdominal nos três primeiros meses. Você pode começar empurrando o carrinho do bebê no parque, por exemplo. E quando estiver mais disposta, aumente a quantidade e potência do exercício em uma esteira ou bicicleta ergométrica.

15 - Uma boa dica é fazer aulas de yoga, que fortalece a musculatura da barriga, tonificando e ajudando os órgãos a retornarem ao local de origem. Existe uma série de àsanas (posturas físicas) que auxiliam no fortalecimento do abdome, fazendo com que a pele e a musculatura voltem a seu tônus natural.

16 - Usar uma cinta após o parto ajuda os músculos do abdome a voltar a sua posição normal e os órgãos internos ficam mais bem posicionados. O ideal é que seja usada logo ao chegar em casa. Prefira modelos de tecidos mais naturais e sem arames. É aconselhável usar durante cinco meses.

17 - Continue a usar um bom hidratante. Você pode voltar a usar o seu preferido, continuar com o escolhido na gravidez ou investir em uma nova marca desde que seja confiável.

18 - A drenagem linfática pode ajudar bastante. Os movimentos suaves e lentos estimulam a circulação reduzindo a retenção de líquidos no corpo e diminuindo o inchaço, inclusive do abdome. 

19 - Alguns tratamentos estéticos podem ser bons aliados para sua barriga. O Thermacool - um de radiofrequência que estimula a formação de colágeno novo e remodela o já formado, pode ser feito três meses depois do parto mesmo que você esteja amamentado. O Ultrashape utiliza ondas de ultrassom que rompem as células de gordura, dissolve-as fazendo com que sejam absorvidas pelo organismo e assim promete acabar com a gordura localizada do abdome, mas só pode ser feito depois do período de amamentação. O mesmo acontece com o Velashape, aparelhe que reúne as tecnologias de sucção mecânica, raios infravermelhos e radiofrequência, e deixam a barriga com a pele mais firme, menos inchada e sem gordurinhas.

20 - Caso tenha aparecido estrias, existem tratamentos que ajudam a deixar a aparência melhor, embora não haja nada que desapareça completamente com elas:

Laser - é considerado um dos melhores métodos, pois pode ser realizado mesmo quando a mãe está amamentado, já que não utiliza nenhum tipo de ácido. Começando o tratamento mais rápido, é possível cuidar das estrias quando ainda estão novas e vermelhas.

Ácido retinóico - Só pode ser realizado depois do período de amamentação. As altas concentrações do ácido estimulam o crescimento de novos vasos sangüíneos dérmicos e promovem a restauração do colágeno e da elastina. As aplicações são feitas em casa, antes de dormir, mas a mulher deve ser orientada por um especialista.

Ácido glicólico - também só pode ser feito depois do período de amamentação. Esse procedimento, que usa ácido glicólico a 70% é realizado por um médico semanalmente é costuma ser feito em conjunto com o tratamento com ácido retinóico. Ele é indolor e são realizadas, no geral, de dez a vinte sessões para um bom resultado.

Microcristais - um aparelho com microcristais de alumínio age sobre as estrias, causando uma forte esfoliação na região afetada. Com essa irritação local, será estimulada a formação de novas fibras de colágeno, que constituem a pele. Em geral é dolorido e necessita de anestesia local, por isso o recomendado é fazer depois do período de amamentação. O número de sessões varia de dez a vinte, de acordo com o tipo de pele. É mais utilizado em estrias brancas, e deve ser aplicado com cautela em peles morenas. 

Subcisão - uma agulha especial, com uma pequena lâmina cortante na ponta, é introduzida na estria, liberando a fibrose local e estimulando o preenchimento na região de depressão da estria. Indicado para estrias antigas com depressão local e coloração esbranquiçada. É necessário anestésico local, e as sessões variam de duas a três.

Da decisão à gravidez em 20 passos

Gente, eu to com tanta vontade de engravidar de novo que estou me sentindo perseguida pelas gravidas, rs.
Onde eu vou, tem uma gravida, tem um recém-nascido, tem uma loja de roupas pra gestantes, e eu fico com mais vontade ainda. Mas infelizmente não posso agora =/. Tenho que esperar a minha vida financeira se estabilizar pra tudo dar certo!
Olha eu de barrigão aí;

Pensando na minha futura gravidez, eu encontrei essas 20 dicas para uma gravidez mais tranquila; 

1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico

O ácido fólico é uma substância que evita defeitos no bebê, mas o melhor é que seja tomado pelo menos um mês antes de a mulher engravidar. 

Mesmo que você ainda não tenha ido ao ginecologista para dar a notícia de que quer engravidar e fazer os exames necessários (leia abaixo), já pode ir tomando o ácido fólico, que é vendido sem receita médica nas farmácias, e fornecido gratuitamente em postos de saúde. 

O ideal é comprar apenas o ácido fólico, e não um complexo de vitaminas. O excesso de vitamina A (mais que 770 mcg RAE ao dia) pode ser prejudicial ao feto. 

A dose recomendada de ácido fólico é de pelo menos 400 microgramas (mcg), equivalente a 0,4 miligrama, ao dia. O ácido fólico não engorda e é bem baratinho. Os comprimidos disponíveis normalmente têm bem mais do que a dose recomendada (muitas vezes com 1 ou 5 miligramas). 

2. Pense duas vezes antes de cair na balada

Comece a preparar seu corpo pegando mais leve nas noitadas, principalmente reduzindo ou eliminando o cigarro, o consumo de drogas e de bebidas alcoólicas. Vários estudos já demonstraram que o fumo e o uso de drogas podem provocar aborto espontâneo, parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer. 

As substâncias nocivas podem permanecer por mais tempo no organismo, por isso o melhor é parar bem antes de engravidar. 

Leve em conta também que o cigarro afeta a fertilidade feminina e a contagem de espermatozoides do homem. Por isso, e também pelo fumo passivo, vale a pena pensar em limpar a casa do cigarro, com o casal abandonando o hábito antes mesmo da gravidez. 

Os efeitos do álcool na gravidez são imprevisíveis, por isso alguns médicos sugerem que a mulher pare de beber antes mesmo de começar a tentar engravidar. 

3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia

Pesquisas mostram que o excesso de cafeína pode afetar sua capacidade de absorver ferro, que é muito necessário na gravidez, e eleva o risco de o bebê morrer dentro do útero. Há ainda indícios de que a cafeína afete a fertilidade. 

Vá reduzindo então seu consumo de cafeína, não só no cafezinho, mas também em refrigerantes, chás e até no chimarrão. Mas cuidado para não abrir mão da cafeína de uma vez só, pois você pode ficar com dores de cabeça bem desagradáveis. 



4. Tente se aproximar do seu peso ideal

Estudos mostram que é mais difícil engravidar para mulheres muito magras ou acima do peso, com índice de massa corporal (IMC) abaixo de 20 ou acima de 30. Para calcular o IMC, procure calculadoras na Internet ou faça a conta: É o seu peso (em quilos) dividido pela sua altura ao quadrado (em metros). Se você pesa 60 kg e tem 1,60 m de altura, faça o seguinte: calcule quanto é 1,60 x 1,60 (dá 2,56). Aí pegue o 60 (do seu peso) e divida por 2,56. O resultado será 23,4, dentro da faixa ideal. 

Trabalhar para chegar ao peso ideal também vai ajudar você com o próximo passo, que é cuidar da alimentação. Afinal, comer bem é uma coisa que você vai precisar ter na cabeça durante a gravidez e até depois que o bebê nascer, quando estiver amamentando. 

O melhor é pedir orientação a um profissional de saúde se você estiver fora da faixa recomendada de peso. 

5. Encha a geladeira de comida saudável

Você ainda não está "comendo por dois", mas é bom já ir se acostumando e estocando no seu organismo nutrientes que serão essenciais para uma gravidez saudável. Procure comer pelo menos duas porções de fruta por dia, e três porções de hortaliças e verduras. 

Capriche também nas fibras e em alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte e brócolis. 

Se você gosta muito de peixe, é melhor evitar alguns tipos que vivem em águas profundas, como cação, peixe-espada, garoupa e marlin, porque eles podem acumular mercúrio, substância prejudicial que fica no organismo por até um ano. 

Uma boa sugestão é comer no máximo duas porções (cerca de 350 gramas) de peixes como salmão ou atum por semana. 

6. Monte e siga seu programa de exercícios

Exercício na gravidez faz muito bem, mas o ideal é que a mulher já esteja fazendo atividade física antes de engravidar, porque aí é só continuar a fazer os exercícios a que já está acostumada, sempre tomando os cuidados necessários. 

Além disso, a malhação pode ajudar a eliminar o estresse que pode vir junto com as tentativas de engravidar. 

O mais recomendado é fazer uma hora de atividade física, como caminhada, bicicleta e musculação, pelo menos três ou quatro vezes por semana. Para completar, exercícios de flexibilidade e alongamento (como ioga). 

Não faça muito mais que isso -- excesso de exercícios pode acabar atrapalhando o ciclo menstrual. Desde que você esteja menstruando normalmente, deve estar tudo bem. 

Se você sempre foi sedentária, comece aos poucos, sob orientação médica. Caminhar de 10 a 20 minutos por dia já é um bom princípio -- vá ao supermercado a pé, suba escadas em vez de pegar o elevador, mexa seu corpo sempre que der. 

7. Vá ao dentista

Há cada vez mais provas de que doenças na boca podem afetar a gravidez, fazendo o bebê nascer prematuro, por exemplo. As mudanças hormonais que acontecem durante a gestação deixam a mulher mais suscetível a problemas na gengiva. 

Se faz mais de um ano que você não vai ao dentista, é melhor ir agora, antes de engravidar. 

8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família

Você já ouviu seus pais contarem que tiveram um irmão que morreu pequeno, ou alguma criança na família que nasceu com problemas, ou tem parentes com doenças crônicas? 

Pode parecer meio mórbido, mas vale a pena dar uma investigada na família de vocês dois para saber se não há histórico de problemas genéticos ou cromossômicos, como síndrome de Downanemia falciforme, outros tipos de anemia como a talassemia, fibrose cística, doença de Tay-Sachs (frequente nos descendentes de judeus do Leste Europeu), hemofilia e outras. 

Se descobrir alguma coisa suspeita, você vai poder perguntar ao ginecologista se é necessário algum tipo de exame especial ou aconselhamento genético para avaliar os riscos. 

9. Marque uma consulta com o ginecologista

Não precisa ser ainda, necessariamente, com o médico que vai acompanhar a gravidez, mas você precisa marcar uma consulta e ir ao ginecologista para que ele dê uma olhada geral na sua saúde (e não só nos órgãos reprodutivos). 

Diga ao médico todos os remédios que está tomando ou que tomou recentemente. Alguns medicamentos, como o antiacne Roacutan (isotretinoína), não só não podem ser tomados na gravidez, mas permanecem no organismo depois de você parar de tomá-los. 

Conte ao médico sobre qualquer outro problema crônico de saúde, como a diabete ou disfunções da tiroide. O ginecologista vai dizer se você precisa tomar alguma vacina, como a contra a rubéola. 

É o médico também que vai decidir se é necessário fazer algum tipo de investigação genética, com base no que você contar a ele do histórico da sua família. 

10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando

Não há nada contra simplesmente parar de evitar a gravidez e deixar a coisa rolar naturalmente, para ver o que acontece. Só que boa parte das mulheres fica ansiosa, querendo engravidar o quanto antes. 

Se for esse seu caso, vale a pena se sintonizar com seu próprio organismo para ver se descobre a data da ovulação. Nossa calculadora da ovulação pode ajudar a dar uma ideia do momento ideal para encomendar o seu bebê, quando chegar a hora de tentar de verdade. 

11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público

A maioria dos planos de saúde tem dez meses de carência para gravidez, mesmo se apenas para mudança de categoria. Por isso, se você tem convênio ou plano de saúde, informe-se para ver quais hospitais, médicos e exames o plano cobre e se há reembolso. Se quiser mudar de categoria, terá de fazer isso antes de engravidar. 

Caso você não tenha plano de saúde e pretenda entrar em um, vale a mesma coisa: você vai precisar entrar pelo menos dez meses antes da data do parto, portanto é bom dar uma boa antecedência antes de começar as tentativas concretas. 

Maternidades particulares têm planos especiais para quem não tem plano de saúde -- você pode se informar sobre eles. 

Todas as mulheres têm direito a atendimento pelo SUS, de graça, mas é aconselhável investigar na sua região para ver a qualidade da assistência médica, que varia muito. Um bom começo é procurar as unidades básicas de saúde (postos) para saber como funciona o pré-natal. 

12. Faça as contas e programe sua vida financeira

Bebês vêm com enormes despesas. Procure fazer um planejamento dos gastos, não só os da gravidez e do parto, mas também os do resto da vida. Pense nas coisas menos óbvias, como o preço da escola -- parece que está tão longe... O "a gente dá um jeito" não é a melhor maneira de pensar. 

Veja também como vai ficar sua vida durante a licença-maternidade. Autônomas que contribuem para o INSS recebem o salário-base da contribuição, por isso talvez valha a pena aumentar a contribuição antes de engravidar para receber um salário melhor. 

Descubra na empresa se há mudanças no esquema de trabalho para grávidas, ou se há muitos casos de mulheres que são mandadas embora depois que voltam da licença-maternidade (coisa que infelizmente não é tão rara assim). 

13. Planeje seu espaço físico

Há lugar na sua casa para um bebê? A região é legal para criar um filho? Você quer construir mais um quartinho ou fazer uma reforma? O momento para pensar nisso é agora, não depois da gravidez. Lidar grávida com reforma ou mudança de casa é uma receita perfeita para o estresse. 

14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental

Mulheres que sofrem de depressão tendem a ter mais dificuldade para engravidar. Caso você não esteja com a cabeça boa, é melhor se tratar antes de engravidar, porque as mudanças hormonais são um furacão, e muitas vezes provocam depressão na gravidez e depressão pós-parto. 

Se a mulher estiver equilibrada no momento da gravidez, tudo tende a ser mais fácil. O médico saberá quais antidepressivos podem ser tomados enquanto se está tentando engravidar. Vale tentar também técnicas como ioga e meditação. 

Em relação ao seu parceiro, veja se o relacionamento de vocês está bem. A gravidez só vai piorar as coisas se a situação já não estiver boa. 

15. Proteja sua saúde e evite infecções

Quando se está tentando engravidar, é bom começar a tomar os mesmos cuidados da gestação, para não ficar doente nas primeiras semanas da gravidez, que é justo quando os órgãos do bebê estão se formando e estão mais sujeitos a problemas. 

Lave as mãos com frequência, peça para outra pessoa cuidar da caixinha de fezes do gato, para evitar a toxoplasmose. Prefira não comer carne crua, inclusive de peixe. Dê uma olhada desde já no nosso artigo sobre alimentação saudável na gravidez, pois você pode aplicar os mesmos princípios. 

Quando já estiver tentando de verdade, evite tomar remédios no período depois da ovulação, ou seja, a partir da metade do ciclo menstrual, porque já pode haver um embriãozinho em desenvolvimento dentro da sua barriga. 

16. Pense bem

Ter um filho é compromisso para a vida toda. Antes de botar a mão na massa e fazer seu bebezinho, faça algumas perguntas a você mesma: 

- Vocês dois estão no mesmo barco nessa história de ter um bebê? 
- Se vocês têm diferenças de religião, já discutiram como isso vai afetar a criança? 
- Você pensou em como vai conciliar o trabalho e os cuidados com a criança? 
- Vocês estão dispostos a abrir mão da vida despreocupada e de "luxos" como dormir até mais tarde no fim de semana? 

17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)

É provável que você seja invadida por um monte de emoções ao mesmo tempo nesta época de decisões e tentativas. O apoio de uma pessoa especial é valiosíssimo. Mas não precisa espalhar para todo mundo que "está tentando". Você vai ter de enfrentar olhares curiosos e cheios de expectativas cada vez que disser "oi" para as pessoas. 

Outra opção é compartilhar sua expectativa com outras mulheres na sua situação, nos nossos animados grupos da comunidade, por exemplo. 

18. Apimente sua relação

Há especialistas que acham que, quanto mais excitada a mulher, maior é a chance de haver fertilização. Já outros acham que não faz diferença. O ponto é que a hora do "vamos ver" é a mais gostosa, e deve ser aproveitada. 

Prepare-se para esquentar as coisas: uma lingerie provocante, velas no quarto, uma massagem... Faça o que funciona melhor para vocês. 

19. Pare de usar seu método anticoncepcional

Se você já seguiu todos os passos, está na hora de começar a tentar de verdade. Dependendo do método, a coisa é mais imediata -- ou não. Basta deixar de usar a camisinha e vocês já estarão "tentando", mas no caso de métodos hormonais a coisa não é tão fácil. 

Se você toma a pílula tradicional combinada, por exemplo, é melhor terminar de tomar a cartela, para evitar que sua menstruação fique toda bagunçada. Pode levar alguns meses para o ciclo menstrual se regularizar depois da pílula. 

O mesmo vale para os adesivos e o anel intravaginal. No caso da injeção de Depo-Provera, pode demorar mais tempo para você começar a ovular de novo, mesmo que a menstruação volte ao normal rápido. DIUs e implantes precisam ser retirados pelo médico. 

Quanto tiver parado de usar anticoncepcional, acostume-se a marcar na agenda ou no calendário a data da sua menstruação. Depois vai ficar mais fácil contar a gravidez. 

20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos

Se tudo der certo, sua liberdade vai acabar logo. Então aproveite: ande de montanha-russa, monte a cavalo, surfe, faça tudo de radical que depois não vai poder fazer por um bom tempo. 

Namore muito, vá ao cinema, durma até tarde. 

E, quando aquele teste der positivo, não se esqueça de visitar o blog para  receber dicas de desenvolvimento pro seu bebê. 

Boa sorte! 

Nana, neném

   Qual a importância da música para o desenvolvimento do seu bebê?


Sabe a música clássica “nana, neném” que sua mãe costumava cantar para você antes de dormir? Ela é mais relevante do que parece. Muitas vezes esse ritual já acontece no período de gestação: a mãe canta para o filho com intuito de que ele reconheça a sua voz. Parece só um ritual gostoso, mas faz com que o bebê tenha mais conexão ao mundo e, no futuro, aprenda a transmitir emoções.

Por que é tão importante? Porque o seu filho, a partir da canção, começa a entender quais são os elementos para se comunicar com o outro e reinventar o som que escuta. Segundo o diretor pedagógico da Escola Estilo de Aprender, Marcelo Cunha Bueno, que é pai de Enrique, a primeira coisa que a criança reconhece é a voz da mãe e a música que ela canta, que está ligada ao afeto e sensação de carinho. É por isso que a criança procura o som da sua voz: a origem do som contribui para que ele comece a compreender o mundo.
“É importante adaptar a voz à situação”, explica Marcelo Bueno. Ao acordar o bebê, é importante utilizar uma voz mais suave. Já para chamar a atenção, a voz firme é mais adequada. Isso faz com que ele entenda melhor e reconheça a música como um sentimento: o fato de a mãe cantar para o filho faz com que seja criado um vínculo, uma aproximação. “É interessante conversar com a criança e cantar, porque estará ensinando música. O importante é ter a comunicação oral”, ressalta o educador.
E o entendimento da música depende do quanto que a família conversa e canta para o filho. Tendo a música como um ritual – cantar na hora do banho, de comer - proporciona uma sensibilidade maior. O professor de música do Colégio Consa, Maurício Paraventi, pai de Luigi, salienta: “através das músicas você consegue envolver o bebê em sensações”.
Além dos pais poderem incentivar esse desempenho cantando e escutando músicas, o diretor pedagógico Marcelo Bueno ensina que podem também chamar a atenção do filho para que ele esteja atento ao som, estimulando para que preste atenção em uma música ou na voz grave de uma cantora, por exemplo. Ensinar a criança a escutar fará com que aprenda a exercitar os diferentes timbres e ajude no desenvolvimento da fala, já que o ímpeto será de tentar imitar a voz da pessoa ou o som dos aparelhos musicais que escuta. O importante é que esse incentivo continue; dessa maneira, o seu bebê se tornará uma criança que conseguirá desenvolver a criatividade e aprender a partilhar as sensações e emoções que recebe.

Medo do escuro!

Olá!
O Lipe nunca demonstrou medo de escuro. As vezes ele me pergunta sobre bichos, monstros, mas eu sempre digo a ele que na nossa casa, não tem bicho algum. Mas que no mundo existem monstros sim, e que temos de tomar cuidado com eles. Mas de qualquer forma, eu achei o post interessante para passar pra vocês.

Algumas pesquisas dizem que medo de escuro pode ser uma fase normal da criança, e que geralmente acontece depois dos três anos. As crianças costumam criar um mundo imaginário  e nesse mundo só delas vem junto os fantasmas, os bichos no armário, as bruxas...

O medo, afinal, pode ser benéfico para criança, porque ela vai aprender a diferenciar o real do imaginário, claro que nessa hora deve haver a ajuda dos pais para elas entenderem toda a situação!

Aqui algumas dicas para lidar com os pequenos;

  • Não tratar as crianças como medrosas e nem deixar que se sintam culpadas para não se obter o efeito contrário; 
  • Deixar que se expressem, falem e perguntem sobre os sentimentos e as fantasias que os perturbam com carinho e sem forçar; conseguir falar sobre os medos reduz a tensão e ajuda a enfrentar o problema; 
  • Estar presente quando se manifesta o medo de uma maneira calma e tranquila, tem um efeito tranquilizador imediato; 
  • Mostrar serenidade e evitar mostrar ansiedade e nem calma excessiva para que não assimilem sentimentos inadequados em relação ao medo; 
  • Evitar comparações, cada criança tem o seu tempo e deve ser respeitado; por trás de um medo pode estar um talento ou uma coragem fora do comum; 
  • Nunca dizer: “enfrenta o medo, tens que ser corajoso!”, empurrar a criança diante do medo, poderá transformar o medo em terror e piorar ainda mais o problema.
Agora é só ter muita paciência e sempre ir tentando explicar do jeito mais simples!

Bem vindos!

Boa tarde!
Meu nome é Leide, e o amor da minha vida é o Fillipe!
Eu estou começando o blog hoje, espero que vocês gostem.
Quero dividir com vocês essa experiência linda de ser mãe.
O Lipe fez 4 anos esse mês de agosto, e a cada dia que passa eu me apaixono mais ainda por ele, é a maior benção da minha vida, sem dúvida alguma.
Sou muito coruja gente, rs.
Na foto abaixo ele estava com 11 meses, é uma das fotos dele que eu mais gosto!
Um beijo, obrigada por visitar o blog! ;)

Amor incondicional

O amor de mãe é o combustível que capacita um ser humano comum a fazer o impossível!