sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Será que sua esposa não faz nada enquanto fica em casa?



Já ouvi várias reclamações das minhas amigas quando a questão é "trabalho". Em muitos lares, o marido trabalha fora, e costuma não dar valor a "ralação" da esposa em casa. Sempre acham que temos tempo livre, que nosso trabalho é fácil, essas coisas, é ou não é? Pois bem, o texto abaixo serve pra vocês meninas, que não tem o trabalho doméstico reconhecido pelo maridão! Mostrem para eles, ou mesmo façam esse teste. Aposto que a opinião dele vai mudar! Kkk 


Para os Maridos que não reconhecem o trabalho das mulheres que "não trabalham".


"Um homem chegou em casa do trabalho e encontrou seus 3 filhos do lado de fora, ainda de pijama, brincando na lama, com caixas de comida vazias e embalagens espalhadas pelo jardim. A porta do carro de sua esposa estava aberta, como também a porta de entrada da casa. Não havia nenhum sinal do cachorro. Entrando pela porta, ele encontrou uma confusão ainda maior. O abajur estava derrubado, o tapete encostado contra uma parede, na sala da frente a TV ligada em volume altíssimo no canal de desenhos animados e a sala de jantar repleta de brinquedos jogados e várias roupas espalhadas. Na cozinha, a pia cheia de louça, restos do café da manhã derramados em cima do balcão, a porta da geladeira aberta e a comida do cachorro espalhada pelo chão. Um vidro quebrado debaixo da mesa, e um pequeno monte de areia perto da porta traseira. Ele rapidamente subiu as escadas, pisando em brinquedos e mais pilhas de roupas, procurando sua esposa.
Estava preocupado que ela poderia estar doente, ou que algo sério tivesse acontecido. Foi recebido com um pequeno rio de água que fazia seu caminho pela porta do banheiro afora. Quando ele olhou para dentro, encontrou toalhas molhadas, espuma de sabão e mais brinquedos espalhados pelo chão. Quilômetros de papel higiênico desenrolado e pasta de dente melecada no espelho e pelas paredes.
Ele correu para o quarto, onde encontrou sua mulher ainda deitada na cama, de pijama, lendo um livro. Ela olhou para ele, sorriu e perguntou como havia sido seu dia. Ele olhou para ela confuso e perguntou: 'O que aconteceu aqui hoje?' Ela novamente sorriu e respondeu: 'Todos os dias quando você chega em casa do trabalho, você me pergunta o que é que eu fico fazendo o dia todo, não é?
''Sim", foi sua resposta incrédula...
Ela respondeu: "Então, hoje eu não fiz."


(Autoria Desconhecida)

Beijos, 
Leide ;)

O que NÃO dizer ao cônjuge durante uma briga


Boa tarde pessoal! Eu li essa postagem em uma página que eu curto no Face e achei ótimo pra compartilhar com vocês. Na vida de casada, um momento ou outro, o casal, por serem pessoas diferentes, vão discordar de algum assunto e isso pode evoluir para uma briga. Então caso isso ocorra, segue abaixo as 10 coisas que você nunca deve dizer ao seu amor;

1. "Eu quero o divórcio". Na hora que os dois estão de cabeça quente, é mais fácil dizer coisas que não têm a intenção de dizer, mas pedir o divórcio é algo que, mesmo se desculpando depois, é difícil de apagar. Isso traz insegurança ao outro.

2. "Eu não estou nervoso(a)". Então por que trata o outro com rispidez, bate a porta, fecha a cara, despreza e faz de conta que ele não existe? Negar suasemoções não ajuda em nada. Nós queremos ser aceitos e negar nossas reações com quem amamos não adianta. É melhor tentar se controlar e conversar sobre o que o chateia.

3. "Você é exatamente como seu/sua pai/mãe". As chances de você estar dizendo isso não são focadas nas qualidades do pai ou mãe de seu cônjuge, mas nos defeitos. Além de você não estar vendo seu cônjuge por quem ele realmente é, esse tipo de afirmação o fará ficar automaticamente na defensiva. Afinal, o que você gostaria que seu filho fizesse se acontecer com ele um dia?

4. "Você é (adjetivo depreciativo)". Seja lá o que for, chamar a pessoa de nomes só aumentam as vulnerabilidades negativamente, seja comparando-a com alguém que você conheceu ou reduzindo-a a tão pouco.

5. "Veja, as crianças estão chorando". Antes de mais nada, NUNCA brigue em frente às crianças. E jamais use-as para ganhar vantagem numa briga.

6. "Você está SEMPRE atrasado(a), NUNCA faz nada certo, etc". Tire os advérbios SEMPRE e NUNCA quando evidenciar conotação negativa. Isso demonstra total falta de confiança ou mesmo esperança que a pessoa sequer tenha a vontade de melhorar. Não generalize.

7. "Isso é tudo sua culpa". Muito raramente o que acontece de errado em sua relação será somente culpa de um só. Assuma suas falhas e responsabilidades.

8. "Você não gosta de mim". O drama já é o bastante. Não diga ao outro o que ele sente. Foque no que você sente, e se o ama, precisa respeitar os sentimentos dele. Fazer-se de vítima tirando a importância do problema e desviando o assunto não resolve.

9. "Por que você não age como o(a) esposo(a) de fulana(o)?" Não compare seu cônjuge a outro homem ou mulher que conhecem. Você já conhecia suas qualidades e defeitos quando se casou. E todo mundo parece perfeito e desejável visto de um ângulo externo. As aparências enganam. Mantenha o problema em casa.

10. "Minha mãe me alertou que você faria isso". Trazer outra pessoa para dentro de uma discussão já é complicado o suficiente, ainda mais se for sua mãe. Se você é tão devoto(a) à sua mãe e ela lhe alertou sobre o futuro cônjuge, então por que se casou? Não jogue seu cônjuge contra sua família, declarando que eles não gostam dele ou acharam isso ou aquilo dele. Se seu cônjuge já tinha um sentimento ruim quanto à sogra antes, por exemplo, isso só vai ajudar a piorar.

Agora, se você já disse algo do tipo e não sabe o que fazer, pare agora. Desculpe-se e faça metas de não repetir essas coisas, nem numa briga, nem em nenhuma outra situação, pois nada disso vai ajudar você a salvar seu casamento ou fortalecer sua família, muito pelo contrário. Pratique as boas técnicas de comunicação. Seu casamento é sua relação mais importante para manter a unidade familiar.

Fonte: familia.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

MÃE



A mãe da gente é aquela que nos controla e assim nos salva e nos atormenta; e nos aguenta mesmo quando estamos mal-humorados, exigentes e chatos, mas também algumas vezes perde a calma e grita, ou chora. Mãe da gente é aquela que nos oprime e nos alivia por estar ali; que nos cuida, às vezes demais, e se não cuida a gente faz bobagem; (...) é aquela que só dorme quando sabe que a gente está em casa e chegou bem; 
(...) A mãe da gente é o mais inevitável, inefugível, imprescindível, amável, às vezes exasperante e carente ser que, seja qual for a nossa idade, cultura, país, etnia, classe social ou cultura, nos fará a mais dramática e pungente falta quando um dia nos dermos conta de que já não temos ninguém a quem chamar de ‘mãe’. 


Não deem refrigerante aos seus filhos

Vocês sabem o mal que o refrigerante pode causar a sua saúde? E a de seus filhos? 

O refrigerante realmente é uma bebida muito saborosa. Durante um dia bem quente, então. Ou em um churrasco com os amigos... Porém os riscos que ele traz a nossa saúde e a de nossos filhos, não compensa.
Eu ainda tomo refrigerantes, mas evito ao máximo. Só tomo em lugares em que não há outra alternativa. Mas em relação ao meu filho, eu nunca gostei que dessem. Porém a briga à comprar com os tios e com os avós é muito grande. E eles sempre deram escondidos de mim.
Apesar desses empasses, eu estou sempre conversando com o Fillipe e informando a ele sobre os riscos que os refrigerantes trazem à saúde. Vejamos alguns deles:

- Refrigerante é uma bebida artificial, ou seja não é natural e não possuí nutrientes
- Dificulta o organismo a absorver nutrientes, o cálcio é um deles. Causando assim, facilidade de fraturas nos ossos e osteoporose
- Aumenta-se o risco de ataques cardíacos
- Risco de desenvolver diabetes tipo 2 e AVC, acidente vascular cerebral
- Alta quantidade de sódio
- Tem uma concentração muito grande de açucares (contribuindo para a obesidade), e os diet e light são ainda piores, pois contem o ASPARTAME, substância tóxica, altamente prejudicial a saúde.

O maior problema ao consumir grande quantidade de açúcar é que o corpo entende que está sendo nutrido – o que não acontece de verdade – e libera enzimas para catalisar energia proveniente do alimento. Como não há nada de nutritivo, o açúcar é armazenado como gordura e o organismo perde vitaminas e minerais.

E tem mais, segundo dados do IBGE, o refrigerante está entre os cinco alimentos mais consumidos no Brasil, à frente de qualquer tipo de carne, fruta ou verdura. É um absurdo! 
Portanto mamães e papais, NÃO DEEM refrigerantes aos seus anjinhos. Se eles pedirem, ofereça uma troca. Quem sabe um suco de frutas natural, ou uma fruta mesmo! 
Todos queremos ver nossos filhos saudáveis não é? 
Lembrando-se que temos de dar exemplos, falar somente não basta. Seja um exemplo pro seu filho. Não beba refrigerantes, e se a vontade for maior que você, beba somente em finais de semana e nunca na frente dos filhos. 

No quadro abaixo, mostra o que acontece depois que você bebe um refrigerante. Sejam conscientes e deem valor a saúde de vocês.
 


Beijos, 
Leide ;) 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Tabela chinesa para saber o sexo do bebê

Uma das formas de saber o sexo do bebê é utilizando a tabela chinesa. Nela, basta combinar a idade lunar da mãe e o mês da concepção, que é o mês em que a mulher ficou grávida, para descobrir se ela está esperando um menino ou uma menina.

Como funciona a tabela chinesa para saber o sexo do bebê

Esta tabela funciona da seguinte maneira:
1) A mulher deve descobrir a sua idade lunar, que é a idade quando engravidou + 1, desde que não tenha nascido em janeiro ou fevereiro.
Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 11/06/82, em 2012 completa 30 anos. Então, se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 31. Quem nasceu em janeiro ou fevereiro não precisa acrescentar +1 à sua idade, pois sua idade lunar é a mesma idade em que engravidou. Por exemplo: Uma mulher que nasceu no dia 29/01/85, em 2012 completa 27 anos. Se ela engravidar neste ano, sua idade lunar será 27, pois não necessita somar nada.
2) Basta saber em qual mês ela engravidou e verificar na tabela abaixo. Os quadrados azuis representam os meninos e os quadrados cor de rosa representam as meninas.
tabela chinesa sexo bebe
Por exemplo: Uma mulher que tenha idade lunar 29 e que tenha engravidado no mês de abril, deverá ter uma menina.
Apesar dos chineses acreditarem que esta tabela é 99% segura, ela não é um método científico e pode dar erro, especialmente em caso de gêmeos. 
Eu nunca tinha ouvido falar nessa tabela, e logo que fiquei sabendo, fiz o teste com uma amiga minha e deu certo. Mas cuidado meninas, não há estudos que comprovam a sua eficácia. Então não façam o enxoval do bebê confiando apenas na tabela. Atualmente, a melhor forma de descobrir o sexo do bebê é através do exame de ultrassom, e também por um exame de sangue (mas aqui em Brasília ele é caro, não achei nenhum que seja menos de 200 reais). 
Alguém aí já fez? Foi muito caro? Comentem meninas...
Beijos, 
Leide ;) 

Como controlar as birras


O DESAFIO

Quando contrariado, seu filho de 2 anos desata a gritar, se joga no chão e começa a espernear. Você se pergunta: ‘Meu filho é normal? Será que ele faz birra por causa de algo que eu estou fazendo errado? Essa fase vai passar?’
Você pode ajudar seu filho a mudar esse comportamento. Mas, primeiro, tente descobrir o que pode estar por trás das birras.

POR QUE ACONTECE

Crianças pequenas ainda não sabem lidar com seus sentimentos. Isso é o suficiente para causar birras de vez em quando. Mas existem outros fatores.
Pense em como a vida do seu filho mudou por volta dos 2 anos de idade. Desde que ele nasceu, você cuidou de todas as necessidades dele. Bastava ele chorar que você corria para ver se estava tudo bem.‘Será que ele está doente? Está com fome? Quer carinho? Está com a fralda suja?’ Você fazia de tudo para tranquilizá-lo. E com razão, porque um bebê depende totalmente dos pais.
Mas, por volta dos 2 anos, a criança começa a perceber que seus pais passam a fazer cada vez menos as vontades dela. Agora, em vez de os pais fazerem o que o filho quero filho é que tem de fazer o que os pais queremA situação se inverteu e o filho talvez não aceite essa mudança sem protestar.
Com o tempo, a criança costuma aceitar o fato de que seus pais são seus educadores — não alguém que está ali só para cuidar dela — e que seu papel é ‘ser obediente aos pais’. (Colossenses 3:20) Enquanto isso não acontece, ela pode testar até o limite a paciência dos pais com uma birra atrás da outra.

 O QUE VOCÊ PODE FAZER

Seja compreensivo. Seu filho não é um adulto em miniatura. Por ter pouca experiência em controlar suas emoções, ele pode ter reações exageradas quando está aborrecido. Tente ver a situação do ponto de vista dele. — Princípio bíblico: 1 Coríntios 13:11.
Mantenha a calma. Quando seu filho está fazendo birra, perder a calma não ajuda em nada. Na medida do possível, ignore esse comportamento e não reaja de modo irritado. Ter em mente por que as birras acontecem ajudará você a manter a calma. — Princípio bíblico:Provérbios 19:11.
Não ceda. Se você ceder quando seu filho fizer birra, ele provavelmente usará a mesma tática em outras ocasiões. Com calma, mostre a ele que você está falando sério. — Princípio bíblico: Mateus 5:37.
Tenha paciência. Não espere que o comportamento de seu filho mude da noite para o dia, principalmente se você deu motivo para ele achar que fazer birra funciona. Mas, se sua reação for apropriada e coerente, é provável que as birras diminuam e, com o tempo, desapareçam por completo. A Bíblia diz: “O amor é paciente.” — 1 Coríntios 13:4Bíblia Pastoral.
Além disso, tente o seguinte:
  • Quando a birra começar, segure seu filho nos seus braços (se possível) e, sem machucá-lo, tente impedir que ele se debata. Não grite com ele; apenas espere a tempestade passar. Por fim, ele perceberá que suas birras não surtiram nenhum efeito.
  • Escolha um lugar para colocar seu filho quando ele fizer birra. Antes de deixá-lo ali, explique que ele poderá sair quando se acalmar.
  • Se seu filho fizer birra em público, leve-o para um lugar menos movimentado. Não ceda só porque ele está fazendo um escândalo. Caso contrário, ele terá a impressão de que conseguirá tudo que quer por fazer birra.
    Ter em mente por que as birras acontecem ajudará você a manter a calma
    Beijos,
    Leide ;) 

Disciplinar os filhos


João: * Antes de meus pais me castigarem por alguma coisa errada, eles se esforçavam bastante para entender por que eu havia feito aquilo e as circunstâncias envolvidas. Tento fazer como eles quando corrijo minhas filhas. Minha esposa, Aline, teve uma formação diferente. Seus pais eram mais impulsivos. Parece que eles castigavam os filhos sem levar em conta as circunstâncias por trás de um incidente. Às vezes, acho que minha esposa age da mesma forma rígida quando disciplina nossas filhas.
Carol: Meu pai abandonou nossa família quando eu tinha apenas 5 anos. Ele não se interessava nem um pouco por mim ou por minhas três irmãs. Minha mãe trabalhava muito para nos sustentar, e assumi grande parte da responsabilidade de cuidar de minhas irmãs mais novas. Era difícil ser criança quando eu tinha de fazer o papel de pai e mãe. Até hoje sou mais séria do que brincalhona. Quando meus filhos precisam de disciplina, fico me martirizando pensando nos erros deles. Gosto de saber por que algo aconteceu e o que levou àquilo. Meu marido, Mark, por outro lado, não fica remoendo o que aconteceu. Ele foi criado por um pai amoroso, mas firme, que cuidava muito bem de sua mãe. Quando lida com nossas filhas, meu marido resolve os problemas na hora. Ele avalia a situação, corrige-a e então segue em frente.
COMO mostram as palavras de João e Carol, sua criação pode ter muita influência no modo como você disciplina seus filhos. Quando o marido e a esposa não têm a mesma formação familiar, é provável que tenham atitudes bem diferentes no que se refere à educação dos filhos. Às vezes, essas diferenças causam tensão no casamento.
O cansaço pode aumentar a tensão. Pais de primeira viagem logo descobrem que disciplinar filhos é uma tarefa cansativa e que toma todo o tempo. Joana e Daniel, seu marido, criaram duas filhas. Ela diz: “Eu amo minhas filhas, mas elas quase nunca queriam ir dormir quando eu queria que fossem, e acordavam nas horas mais inconvenientes. Elas interrompiam minhas conversas, não guardavam os  sapatos, as roupas e os brinquedos e nunca colocavam a manteiga de volta na geladeira.”
Jaime, cuja esposa teve depressão pós-parto depois de ter a segunda filha, diz: “Muitas vezes eu chegava do trabalho exausto e então acordava quase a noite toda para cuidar de nosso bebê. Isso dificultava disciplinar nossa filha mais velha de modo coerente. Ela ficava com ciúmes por ter de dividir nossa atenção com sua irmãzinha.”
Quando pais cansados discordam sobre como educar um filho, uma pequena discussão pode se transformar numa briga feia. Desentendimentos não resolvidos podem separar os casais e dá margem para que um filho jogue um genitor contra o outro. Que princípios bíblicos ajudarão o casal a se manter achegado ao passo que educam bem os filhos?

Reservem tempo um para o outro

O casamento vem antes dos filhos, e a ideia é que ele continue por muito tempo depois que os filhos saem de casa. Com respeito à união conjugal, a Bíblia diz: “O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” (Mateus 19:6) Em contraste, essa mesma passagem mostra que a intenção de Deus era que o filho com o tempo ‘deixasse seu pai e sua mãe’. (Mateus 19:5) De fato, criar filhos é só uma fase do casamento, não a base dele. É claro que os pais precisam investir tempo na educação dos filhos, mas eles farão bem em se lembrar que um casamento sólido é o melhor alicerce para se fazer isso.
Qual é uma maneira de um casal manter seu relacionamento forte durante os anos em que criam filhos? Se for de todo possível, reservem regularmente algum tempo para ficarem juntos sem a presença dos filhos. Isso lhes dará a oportunidade de conversar sobre assuntos importantes relacionados à família e simplesmente desfrutar a companhia um do outro. Deve-se admitir que não é fácil arranjar tempo para ficar juntos como casal. Aline, a mãe já mencionada, diz: “Exatamente quando parece que meu marido e eu vamos poder passar alguns momentos juntos, a nossa filha mais nova quer de todo jeito a nossa atenção ou a de 6 anos entra em ‘crise’ porque não consegue encontrar seus lápis de cor.”
Joana e Daniel, já mencionados, conseguiram tempo um para o outro por estabelecer e fazer vigorar uma hora para suas filhas irem dormir. “Sempre estabelecemos uma hora específica para nossas filhas estarem na cama e prontas para ‘apagar a luz’”, diz Joana. “Isso possibilitou que eu e Daniel tivéssemos tempo para relaxar e conversar.”
Por fazer as crianças irem dormir toda noite na mesma hora, o casal pode não só conseguir algum tempo para si mesmos, mas também ajudar o filho a não ‘pensar mais de si mesmo do que é necessário pensar’. (Romanos 12:3) Com o tempo, os filhos que são treinados a respeitar a hora de dormir se dão conta de que não são os únicos que têm um papel importante na família — eles precisam se ajustar à rotina da família em vez de esperar que a rotina da família seja ajustada aos seus gostos.
TENTE O SEGUINTE: Estabeleça uma hora para seus filhos irem dormir e seja coerente em fazer com que eles obedeçam. Se seu filho der um motivo para ficar acordado um pouco mais, por exemplo, porque quer um copo d’água, você talvez decida atender ao pedido dele. Mas não permita que ele fique pedindo um monte de coisas só para adiar a hora de dormir. Se seu filho implorar para ficar acordado mais cinco minutos e você decidir permitir isso, programe um relógio para despertar em cinco minutos. Quando o relógio despertar, coloque seu filho na cama sem lhe fazer mais concessões. Deixe que seu ‘Simsignifique Sim, e seu Não, Não’. — Mateus 5:37.

Mostrem que vocês estão de acordo

“Escuta, meu filho, a disciplina de teu pai e não abandones a lei de tua mãe”, diz um  provérbio sábio. (Provérbios 1:8) Esse versículo bíblico dá a entender que tanto o pai como a mãe têm o direito de exercer autoridade sobre os filhos. No entanto, mesmo quando um casal foi criado de maneira parecida, eles talvez discordem em como um filho deve ser disciplinado e que regras da família devem ser aplicadas numa situação específica. Como os pais podem lidar com esse desafio?
João, já citado, diz: “Eu acho que é importante não discordar um do outro na frente dos filhos.” Mas ele admite que mostrar que estão de acordo na questão da disciplina é algo fácil de falar, mas difícil de fazer. “As crianças são muito espertas”, diz João. “Mesmo que um desentendimento não seja expresso, nossas filhas conseguem captar os sentimentos.”
Como João e Aline lidam com esse desafio? Aline diz: “Se não concordo com o modo como meu marido está corrigindo nossa filha eu espero ela estar num lugar onde não possa ouvir e então digo o que penso. Não quero que ela pense que pode ‘dividir e conquistar’ por se aproveitar de nossas diferenças de opinião. Se ela percebe que discordamos, eu lhe digo que todos na família têm de seguir as orientações de Jeová e que me submeto espontaneamente à chefia de seu pai assim como ela deve se submeter à nossa autoridade como pais.” (1 Coríntios 11:3; Efésios 6:1-3) João diz: “Quando estamos juntos em família, sou eu quem geralmente disciplina nossas filhas. Mas se Aline está mais a par de uma situação, eu deixo que ela comece a disciplinar e então a apoio. Se não concordo com ela em alguma coisa, falo sobre isso mais tarde.”
Como você pode impedir que desacordos sobre a educação dos filhos criem ressentimentos entre você e o seu cônjuge e, por isso, minem o respeito de seus filhos por você?
TENTEM O SEGUINTE: Reservem um tempo toda semana para conversar sobre assuntos relacionados à disciplina dos filhos e falem abertamente sobre qualquer coisa de que vocês talvez discordem. Tentem entender o ponto de vista um do outro e respeitem o fato de que cada um tem seu próprio relacionamento com o filho.

Fortaleçam-se como pais

Sem dúvida, educar filhos dá muito trabalho. Às vezes, pode parecer que isso esgota todas as suas energias. No entanto, mais cedo ou mais tarde seus filhos sairão de casa, e você e seu cônjuge se sentirão mais como um casal de novo. A experiência de criar filhos vai fortalecer ou enfraquecer seu casamento? A resposta dependerá de como você aplica o princípio encontrado em Eclesiastes 4:9, 10: “Melhor dois do que um, porque eles têm boa recompensa pelo seu trabalho árduo. Pois, se um deles cair, o outro pode levantar seu associado.”
Quando os cônjuges trabalham em parceria, os resultados podem ser muito gratificantes. Carol, já mencionada, expressa seus sentimentos assim: “Eu sabia que meu marido tinha muitas boas qualidades, mas criar filhos juntos me mostrou um lado dele que eu não conhecia. Observar seu jeito amoroso de cuidar de nossas filhas aumentou meu respeito e amor por ele.” João diz o seguinte sobre Aline: “Ver como minha esposa se tornou uma mãe atenciosa aprofundou meu amor e admiração por ela.”
Se você conseguir tempo para ficar com seu cônjuge e os dois trabalharem em equipe durante os anos em que criarem os filhos, seu casamento se fortalecerá à medida que os filhos crescerem. Existe melhor exemplo do que esse para você dar a seus filhos?

PERGUNTE-SE . . .

  • Quanto tempo passo com meu cônjuge toda semana sem os filhos por perto?
  • De que modo apoio meu cônjuge quando ele corrige nossos filhos?
Beijos, 
Leide ;) 
Fonte: www.jw.org